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Jorge Eurico



O CAN Orange 2010 (não) foi, apesar de tudo, um sucesso

O Governo do Togo anunciou, segundo o site www.abril.com.br, que irá lutar contra a punição aplicada à selecção de futebol do seu país, que foi suspensa das duas próximas edições da Copa Africana das Nações (a cada cabeça, a sua sentença, pois claro!) por ter desistido de disputar a competição, encerrada no último domingo e conquistada pelo Egipto após vitória sobre Gana na decisão, em Angola.

É (quanto a mim) um Direito que assiste ao Governo do Togo. E contra o Direito de alguém, seja ou não pessoa colectiva, ninguém deve (pelo menos assim o é em teoria) combater.

A selecção togolesa decidiu abandonar o torneio por causa do atentado que o ónibus (autocarro, em português de Portugal, de Angola e dos demais PALOP’s) que transportava a delegação do país sofreu na província angolana de Cabinda, dois dias antes do início da competição.

Hum, mimosa…! Acho que ela não queria, se é que o quis um dia, participar do CAN Orange 2010… por falta de capacidade para enfrentar as demais selecções que, com muito gosto, prazer e orgulho, se fizeram presentes em Angola, país que soube acolher, condignamente, a maior festa do futebol do nosso continente.

O ataque matou dois integrantes da delegação de Togo. Revoltadas com o ocorrido, as autoridades togolesas ordenaram o retorno dos jogadores, traumatizados com o ocorrido.

Hum, autoridades?! Só se forem incompetentes. Se fossem autoridades competentes, teriam baixado orientação à referida selecção para participar, terminantemente, do CAN Oragen 2010 - mais não fosse do que isso - para honrar as vítimas do ataque cobarde da FLEC.

O porta-voz do Governo togolês, Pascal Bodjona, descreveu a suspensão imposta pela Confederação Africana de Futebol (CAF) como um "insulto" no último domingo, mas ele não soube especificar qual será a acção que o Governo do país irá tomar contra a punição.

Insulto foi a selecção do Togo ter abandonado a maior festa do futebol africano… por causa de um beliscão terrorista, mesmo sabendo que o Governo angolano tinha gasto (muito) dinheiro para suportar a sua estadia no nosso País.

Ao saber da punição, o capitão da selecção de Togo, Emanuel Adebayor, pediu pela renúncia do presidente da CAF, Issa Hayatou. "Ele já fez muito pela África, mas agora deve ir. Esta decisão é monstruosa", ressaltou Adebayor.

Hum!, é sempre assim. Só que acontece que Issa Hayatou não é, conforme desejo de Emanuel Adebayor, o lado mais fraco da corda. Por acaso não o é por, segundo jugo saber, não ter culpa que Ricardo Mingas tenha decidido, por sua conta e risco, desencadear um ataque terrorista contra a selecção de futebol do Togo.

Além de suspender Togo das duas próximas Copas Africanas, a CAF anunciou uma multa de USD 50 mil à Federação Togolesa de Futebol por causa da interferência política no desporto, já que o Governo solicitou o abandono da selecção da competição.

Bem feita. A CAF, penso eu, não poderia ter tomado decisão melhor. A cada cabeça, a sua sentença!

"Eles (dirigentes da CAF) estão rindo da cara de todo mundo", disse Adebayor. "[Faure Gnassingbé, presidente de Togo] nos enviou para defender as cores da nossa nação. Ele considerou que a ameaça à nossa equipa não estava encerrada e chamou-nos de volta ao país. Somos apenas embaixadores. Tivemos que voltar", justificou.

É. O Governo togolês deveria saber que não é pela morte de uma andorinha (não me refiro às vítimas mortais, e não só, do ataque cobarde perpetrado pela FLEC) que acaba a primavera. Pois o CAN Orange 2010 (não) foi, apesar de tudo, um sucesso.

jorgeeurico@noticiaslusofonas.com
03.02.2010



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