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Jorge Eurico



Os angolanos são (mesmo) especiais

Alguém afirmou (e bem!) recentemente que nós, angolanos, somos especiais. E, quanto a mim, esse Alguém tem (toda e mais alguma) razão.

A sustentar a sobredita afirmação está o facto de existir muita gente, por este mundo fora, com o louco desejo de ser angolano. Objectivo: fazer parte deste Povo que, com o final da guerra, tem tudo (e mais alguma coisa) para sorrir de novo.

Uma amiga australiana, que quer visitar o nosso País nos próximos meses, perguntou-me como é Angola e como são os angolanos.

Bem, à minha amiga respondi que Angola é um País grande, belo e rico.

Grande, porque há lugar para todos.

Belo, porque tem praias, rios, vales e montanhas de uma beleza invulgar.

Rico, porque tem de tudo um pouco no seu subsolo: ouro, petróleo, diamantes, café, etc.

Disse mais: o nosso País é tão rico, tão rico, que me faz pensar, vezes sem conta (e conta sem vezes), que Deus é angolano e o diabo conterrâneo.

Eu explico: o primeiro abençoou a nossa terra com uma série de recursos naturais e não só. O segundo induz (?) alguns angolanos (sobretudo aqueles que confundem ganância com patriotismo) a dividirem mal os recursos do nosso grande, belo e rico País.

Esta foi a minha resposta em relação a Angola.

No que à caracterização dos angolanos diz respeito, disse-lhe o seguinte:

O angolano, contrariamente ao português, não vai, baza.

O angolano, contrariamente ao brasileiro, não entra, bokwá.

O angolano, contrariamente ao moçambicano, não festeja, disbunda.

O angolano, contrariamente ao sãotomense, não descansa, relaxa.

O angolano, contrariamente ao cabo-verdiano, não passeia, dá um giro.

O angolano, contrariamente ao guineense, não come, pita.

O angolano, contrariamente ao timorenses, não diz venho já quando se ausenta; diz que está a vir.

Querem mais? Estou a vir!

Nota: Foi o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, quem disse que nós, angolanos, somos especiais. E eu cauciono.

jorgeeurico@noticiaslusofonas.com
19.03.2010



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