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Jorge Eurico



... E ninguém se lembra, ou lembrou, de Valentim Amões

O dia 19 de Janeiro de 2008 deveria figurar no calendário gregoriano (cronómio promulgado pelo Papa Gregório XIII e utilizado em quase todo o mundo) como a data em que o País perdeu dos seus mais incansáveis benjamis: o (hábil) empresário e político (astuto) Valentim Amões, de 47anos de idade, líder do grupo com o mesmo nome.

Valentim Amões (o homem que, em 1996, viabilizou a aproximação entre os governos de Angola e da África do Sul) não se cansava de “suar a camisa” e de trabalhar de sol-a-sol, sem olhar para o relógio, quando o assunto fosse “vergar a espinha” em prol do desenvolvimento de Angola e dos angolanos mais necessitados.

Houve, e ainda há, angolanos que questionam a fortuna de Valentim Amões. Perguntam como é que o homem acumulou o património de que lhe é conhecido.

Há quem diga que tal fortuna tem como origem as relações que Valentim Amões manteve, ao tempo da guerra, com os “Maninhos (UNITA)” e, ao mesmo tempo, com “Camaradas (MPLA)” bem colocados no aparelho do Estado.

Entre uma e outra versão, há uma que merece toda ( e mais alguma) credibilidade: a de ter sido incentivado para a actividade comercial pela própria mãe.

Rezam algumas pessoas que lhe eram próximas que, quando vieram ao mundo, os irmãos Valentim e Faustino Amões eram donos de uma fealdade de fazer qualquer mulher torcer o nariz e virar a cara para o lado.

Tendo reconhecido tal facto, a mãe ter-lhes-á dito: “querem ser bonitos, meus filhso? Então têm que ter dinheiro”.

Foi a partir da sua adolescência que Valentim e Faustino Amões começaram a acumular riqueza e anos depois a contribuir para a erradicação da pobreza no nosso País.

Por isso, lamento o facto de o dia 19 de Janeiro de 2010, altura em que se passaram vinte e sete meses desde o seu passamento físico, ninguém se ter lembrado de Valentim Amões. Tanto quanto julgo saber não houve lágrimas nem flores para o homem que colocava Angola sempre em primeiro lugar. Foi-se o homem. Será que as suas obras também se foram?

jorgeeurico@noticiaslusofonas.com
29.03.2010



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