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Jorge Eurico



Carlos Veiga põe os dedos na ferida

Carlos Veiga acusou, no encontro que teve recentemente com os emigrantes radicados em Espanha, o Governo de José Maria Neves de, “inadmissivelmente” permitir favorecimentos às empresas portuguesas em prejuízo das empresas cabo-verdianas, quando é obrigação de qualquer Governo defender primeiro os interesses das empresas nacionais.

A revelação vem estampado no jornal on-line cabo-verdiano “O Liberal”.

Ora se o meu amigo Carlos Veiga o fez, fê-lo (digo eu, em nome da minha costela uterina cabo-verdiana) muito bem. Desde logo porque penso que em primeiro, segundo e terceiro lugares, quiçá, ad eternum, devem estar os interesses das empresas e de outras instituições (não) económicas cabo-verdianas.

Perante uma sala com mais de 150 cabo-verdianos, Carlos Veiga, Presidente do Movimento para a Democracia (MpD) defendeu que “Cabo Verde tem de defender os interesses das empresas cabo-verdianas”, ao contrário do que tem feito o Governo de José Maria Neves que tem defendido os interesses de José Sócrates e das empresas portuguesas.

Se o meu amigo Carlos Veiga assim o diz, di-lo (digo eu, em nome da minha costela uterina cabo-verdiana) com toda (e mais alguma) razão.

Para Veiga, não se pode permitir discriminações que favoreçam as empresas portuguesas na execução de determinadas obras como tem acontecido em Cabo Verde. Até porque, esclareceu o líder do MpD, “Portugal empresta-nos dinheiro que todos vamos pagar”. Por isso é peremptório: “somos muito amigos de Portugal, mas não concordamos com isso”.

Aí está (digo eu, em nome da minha costela uterina cabo-verdiana) o pensamento de um homem que pensa nos problemas dos cabo-verdianos e de Cabo-Verde.

Portanto, se alguém tinha dúvidas de que Carlos Veiga é o homem ideal para (voltar a) dirigir os destinos daquele País lusófono, então já não lhe deverão restar dúvidas. Pois ficam todas elas dissipadas.

O líder do MpD que diz não entender como é que José Maria Neves pode permitir uma imposição destas, deixa claro que não defende favores para as empresas cabo-verdianas, mas que haja concursos em igualdade de circunstâncias e que vençam as melhores empresas. “Hoje temos empresas cabo-verdianas capazes”, garantiu.

Bem, se o meu amigo Carlos Veiga não entende José Maria Neves, futuro ex-Primeiro-Ministro de Cabo-Verde, é porque o povo (no qual me incluo, por razões óbvias) o entende menos ainda.

jorgeeurico@noticiaslusofonas.com
29.04.2010



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