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Jorge Eurico



Discurso mais oportunista do que oportuno de Samakuva

Depois de ter concluído as visitas programadas às estruturas do seu partido e a vários empreendimentos e instituições nas municipalidades de Luanda, o presidente da UNITA fez, como (não) era de esperar, um balanço aos seus militantes na capital angolana.

Com um discurso claramente mais oportunista que oportuno, Isaías Samakuva acusou, entre outras coisas que para aqui (ainda) não são chamadas, o MPLA de ter abalado o regime democrático e de ter instituído o autoritarismo no País.

A ser (in) verdade, a acusaçao de Isaías Samakuva assemelha-se a fumo com, e, ao mesmo tempo, sem fogo.

E já agora – longe de querer envergar a toga de advogado do partido no poder -, se o MPLA institiuiu o autoritarismo, a UNITA tem, reconheçamos, culpas no cartório por ter eleito a passividade como sua divisa política.

O líder do Galo Negro afirmou sem papas na língua que se tem criado e difundido (mas quem tem feito isto?) a ideia de que a UNITA está doente e precisa de apagar a sua história, arranjando novos valores, novos símbolos e ser refundada!

Quanto a mim, a UNITA está mesmo doente e precisa urgentemente de assistencia médica e medicamentosa política.

A UNITA, digo eu, não precisa de apagar a sua História, pois tem o seu lugar cativo debaixo do nosso sol-político. Mas que precisa de ser refundada, lá isso precisa.

O Galo Negro precisa, digo eu, de ser refundado para ser mais activo (Abel Chivukuvuku e os seus seguidores que mo desmintam!).

Se assim não for, o MPLA continuará a ser opositor de si mesmo e a cantar e a rir ante as dificuldades da maioria dos angolanos.

jorgeeurico@noticiaslusofonas.com
28.05.2010



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