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Desporto
Paralímpicos pois claro!
- 8-Jun-2010 - 18:39


Eles são, obviamente e com toda a certeza, como os olímpicos, grandes atletas, diz Philip Craven

O presidente do Comité Paralímpico Internacional (IPC), Philip Craven, considerou hoje essencial não usar a palavra deficientes em letras grandes, mas sim a palavra desporto. “Não usamos a palavra deficiente em letras grandes, pomos antes a palavra desporto em letras grandes. Os paralímpicos são, como os olímpicos, grandes atletas”, disse Philip Craven, que se encontra em Portugal.

“Porquê usar uma palavra que dá às pessoas uma impressão negativa? Se eu lhe disser que está um deficiente naquela esquina. Tem uma impressão negativa ou positiva. Negativa. Se eu lhe disser está ali a Jeny, uma atleta, tem uma impressão negativa ou positiva. Positiva. Tenho dito”, referiu.

O presidente do IPC, que já praticou basquetebol em cadeira de rodas, participa em Portugal no Seminário “Movimento Paralímpico do Mundo – Presente e Futuro”, organizado pelo Comité Paralímpico de Portugal.

Philip Craven defendeu a importância da existência de comités paralímpicos – atualmente existem 170 -, mas considerou que os mesmos não devem apenas existir, se não funcionarem bem.

“Queremos desporto a 100 por cento. Não queremos que um país tenha um comité se não funciona, temos de ter a certeza que funciona”, afirmou

O inglês Philip Craven, que preside ao IPC desde 2001, garantiu que “nos últimos 10 anos, o movimento cresceu, aumentou os seus recursos humanos para funcionar melhor com os comités organizadores dos eventos e de cada país”.

Philip Craven assegurou que os Jogos de Londres2012 “têm tudo para serem muito bons, estão a ser preparados a tempo e de acordo com o orçamento”.

No entanto, admitiu: “Têm de ser brilhantes para serem melhores que os de Pequim2008”.

Para um aumento da prática do desporto para deficientes, Craven defendeu ser essencial: “Levar a mensagem aos pais, às famílias e aos atletas, dizendo-lhes: “tu também podes fazer”.

Depois, considerou que o mais importante é providenciar condições para que os atletas possam praticar o seu desporto nos clubes e organizar competições”.

Philip Craven afirmou que “muitas vezes ver as competições transforma as opiniões”, acrescentando que a “energia e o espírito” dos atletas também ajuda a mudar e faz jus ao lema do movimento: “O espírito em movimento”.


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