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Jorge Eurico



E assim a Guiné-Bissau (não) vai lá...

A confundir certamente imunidade (será que a do pai é-lhe extensiva?) com impunidade (ou barafunda com bafo de bunda?!), um dos filhos do novel e mui contestado chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Guiné-Bissau, António Ndjai, foi o “artista principal” de um “filme” dos géneros acção-violencia, que teve como “actores secundários” militares e agentes da polícia de trânsito.

O “filme” teve como palco principal a avenida principal da capital bissau-guineense, junto à Praça de Bandim. A Agence de Presse Africaine (APA), do vizinho Senegal, registou o facto e conta como tudo acontenceu.

«O filho do general António Indjai, que se deslocava de carro, reagiu muito mal quando foi mandado parar por uma agente da polícia de trânsito. Tendo-se verificado entretanto que nem sequer tinha carta de condução, chamou em seu socorro outros militares, que agrediram cinco polícias com cintos e com as coronhas de espingardas de assalto Kalashnikov, também conhecidas por AK-47».

Pois é. Bem feito para os agentes da policia de trânsito, pois ignorância não paga imposto. Quem os mandou não saber que quem (des)manda na Guiné-Bissau são os militares e sobretudo António Indjai e família?

«Na sequência de todo este episódio de grande aparato, os militares ao serviço daquele familiar do general Indjai levaram os polícias, entre os quais quatro mulheres, para o Estado-Maior General, onde os voltaram a espancar, pelo que acabaram por ir parar ao Hospital Simão Mendes, “desfigurados e ensanguentados”.

«Não tendo admitido que fosse necessário esperar pela passagem de outras viaturas, que tinham prioridade, o cidadão em causa saiu do automóvel com os militares que lhe serviam de guarda-costas e agrediu violentamente a sinaleira», relata a APA.

Quem se mete com os militares na Guiné-Bissau, leva… no focinho. E foi o que aconteceu com os agentes da policia de trânsito que se atreveram a mandar parar o filho de António Indjai, chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Guiné-Bissau.

Uma das mulheres polícias, Blony, levou em pleno crânio um golpe de Kalashnikov, conta a APA. Onde está, afinal, a surpresa? Tudo o que acontece naquele pedaço de chão lusófono, confesso, (já) não me surpreende. Lá, puxa-se da Kalashinikov por tudo e por nada. Os antagonismos são resolvidos à… bala.

jorgeeurico@noticiaslusofonas.com
08.07.2010



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