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using defalts layout Em comunicado, o MDFM-PL reafirma o propósito de se manter na corrida às legislativas do próximo domingo e propõe ao eleitorado que Patrice Trovoada, líder da Acção Democrática Independente (ADI) e partido concorrente no mesmo escrutínio, regresse à chefia do Governo.

“Quanto à preocupação de alguns, que querem saber qual é o candidato do MDFM-PL para primeiro-ministro, reafirmamos que sendo um partido de mudança só podemos propor, aceitar e apoiar uma figura que seja de mudança. E neste momento temos um: Patrice Trovoada, para o bem dos são-tomenses e de São Tomé e Príncipe”, lê-se no comunicado.

Nesse sentido, o MDFM-PL apela a que, juntamente com a ADI, obtenham “uma maioria parlamentar”.

O eleitorado são-tomense regressa neste domingo às assembleias de voto, agora para eleger um novo parlamento, de 55 lugares, depois de no passado dia 25 ter participado nas autárquicas e eleição do presidente regional da ilha do Príncipe.

Nas eleições do dia 25, o Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP-PSD) foi o partido com mais votos e mais mandatos autárquicos, quatro das seis câmaras em disputa.

A ADI constituiu a surpresa, com a vitória, folgada, nos dois distritos mais populosos: Água Grande e Mé-Zóchi.

Pelo contrário, o MDFM-PL destacou-se pela negativa, por não eleger nenhum autarca e por passar para quarto lugar, entre os maiores partidos são-tomenses.

Em terceiro lugar, em número de votos e de eleitos locais, ficou o Partido da Convergência Democrática (PCD), de Albertino Bragança, que mantém a nível nacional uma coligação governamental com o MLSTP-PSD.

Uma projecção da distribuição dos 55 mandatos parlamentares, a partir dos votos alcançados por cada um dos quatro maiores partidos em eleições realizadas uma semana antes das legislativas, demonstra que nenhum partido obterá isoladamente a maioria absoluta.