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Desporto
Angolanos cumprem objectivos
e mostram todo o seu potencial

- 19-Aug-2010 - 12:21


Carlos Rosa lembra e destaca que, além da componente desportiva, existe uma luta pela dignificação humana

O Chefe da missão angolana aos jogos Olímpicos da Juventude Singapura2010, Carlos Rosa, colocou dentro das previsões os resultados até agora registados pelo país, quando se vai atingir a metade do tempo de duração da competição. Salientou, igualmente, a importância de outras variantes que complementam a formação desportiva e que valorizam os jovens atletas enquanto seres humanos.

Em entrevista à imprensa angolana, em Singapura, o dirigente repassou os objectivos do Comité Olímpico Internacional na criação desta "réplica" dos Jogos Olímpicos e fez uma abordagem no plano competitivo de Angola em que três das cinco modalidades já se apresentaram.

Deste modo, Carlos Rosa lembrou que, além da componente desportiva, "houve a preocupação da educação, que deve ser um dos itens a serem desenvolvidos nos próximos anos no sentido de se melhorar a qualidade de vida da humanidade e haver menos assimetrias no globo".

Explicou que isso se deve ao facto de um dos objectivos do Comité Olímpico Internacional com a organização destes jogos para as idades de 14 a 18 anos é que, independentemente da componente desportiva, possa ser conciliada a educação e a cultura no intercâmbio entre os diferentes países representados.

Sobre a componente desportiva, o chefe da Missão angolana admitiu que não se deve perder de vista essa vertente, porém chamou a atenção para que se seja "realista" na sua abordagem.

"Também temos de ser realistas na abordagem da situação. Temos de ter noção do nível do nosso desporto no geral", alertou.

Sobre o basquetebol, disse que era previsível o desfecho dos dois jogos. "Sabíamos que os primeiros jogos seriam difíceis (EUA e Bielorrússia); hoje (quarta-feira) ganhámos Singapura e vamos esperar pelo jogo com a Alemanha".

Quanto ao andebol, que só começa sábado, mostrou-se expectante ante os confrontos com Brasil e Rússia, os primeiros adversários de Angola.

Sobre o atletismo, que já estreou, também está dentro das previsões do chefe da Missão. "Logicamente que também não estávamos à espera de resultados fora dos tempos que temos. Acho que é uma boa experiência para o atleta, vai participar numa final B no próximo domingo".

Para Carlos Rosa, a permanência dos atletas neste evento "permitirá que tenham outro endurance, melhorem as suas condições de treinamento. Pelo menos têm as condições mínimas e aceitáveis para a prática do desporto aqui em Singapura".

A ponta final deficiente do corredor dos 1000 metros, Nelson Reis, que terminou em 10º (em 11), depois de fazer dois terços do percurso entre os sete primeiros, foi atribuída por Carlos Rosa à falta de condições para treinos na sua província, minimizando a ausência de um técnico acompanhante.

"Pensamos que não (é a falta de técnico). O grande problema é que o atleta é residente no Namibe, e não há ginásio. A prestação dele fica condicionada por uma questão de força nos últimos 300 metros", justificou.

Para o também presidente da Federação Angolana de Atletismo, numa prova de mil metros, Nelson cobriu 700 metros agrupado nos oito primeiros e depois, na ponta final, "logicamente que não tem o mesmo ritmo dos outros atletas".

Reconheceu que pelas condicionantes que tem na sua província – a falta de um ginásio que condiciona o trabalho de força -, não se pode pedir muito ao jovem. Perspectivou melhores performances para os angolanos, quando estes trabalharem em condições iguais as dos outros países.

Justificou que a ausência do técnico: "A opção foi que viesse a responsável do Namibe, um pouco pelo trabalho que tem sido feito a nível da província. Já que nos sentimos que nesta faixa etária as províncias que mais trabalham são Namibe e Kwanza Sul. Foi como um incentivo pelo trabalho que está a ser feito nessa província".

Revelou que o atleta teve o acompanhamento do corpo técnico que está presente pelo Comité Olímpico Angolano, em função da planificação que trouxe de treino.

Apesar de não admitir que a presença de um treinador tem sempre efeito na prestação, Carlos Rosa mostrou-se descrente numa alteração do resultado caso tivesse um com ele.

"Vamos continuar a trabalhar para que ele melhore os seus níveis e performances individuais. Tem dois dias de recuperação. Comparativamente a Marrocos, piorou o seu tempo, mas acho que temos possibilidade de recuperar até domingo", rematou.

A natação também já terminou a sua participação com um primeiro e um segundo lugar nas eliminatórias, tendo melhorado o seu registo pessoal. Já a canoagem e o andebol ainda esperam pelo dia da estreia.

Fonte: Angop


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