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  Comunidades
Instituto Camões quer racionalizar rede de português no estrangeiro
- 28-Oct-2010 - 13:42


O vice-presidente do Instituto Camões (IC), Mário Filipe, garantiu hoje que o objectivo do organismo é “consolidar e racionalizar” a rede do Ensino do Português no Estrangeiro (EPE) e não de a reduzir.


“Não há intenção de reduzir, há de consolidar e de racionalizar a rede”, disse o responsável à Agência Lusa.

Mário Filipe falava na sequência das declarações do secretário geral da Federação Nacional de Educação (FNE), João Dias da Silva, na quarta-feira, de que “havia perspectivas de crescimento de oferta EPE para outros países e que não vai ter a expressão que o Instituto Camões contava realizar”.

O sindicalista fez estas declarações após um encontro com o secretário de Estado das Comunidades, António Braga, e com a presidente do Instituto Camões, Ana Paula Laborinho.

Segundo o vice-presidente do IC, “é evidente que tendo em conta as restrições que todos conhecemos, a preocupação vai para a manutenção do que existe e para a reestruturação do que existe, tendo em conta que é necessário continuar a assegurar o funcionamento da rede”.

“O que nos importa é consolidar”, sublinhou o responsável, acrescentando que “não há nenhuma intenção de suspender seja o que for”.

“Há uma manutenção da rede, não há alargamento da rede”, explicou Mário Filipe.

O vice-presidente do IC especificou ainda que nos países onde o ensino é assegurado por associações de emigrantes, como os EUA, Canadá ou Venezuela, o IC trabalha neste momento para a qualificação dessa rede, a actualização e formação contínua dos professores e a certificação desse ensino.

“Estamos também a integrar tanto quanto possível nos currículos das escolas locais o ensino do português, que nos EUA começa a ser feito, e que não há nenhuma razão para que esse trabalho não continue”, disse.

Quanto à denúncia de deputados do PSD de que há cerca de mil alunos sem aulas de português em França e outros tantos na Alemanha, Mário Filipe esclareceu que o IC está a aguardar autorização para iniciar a contratação local de professores.

“É uma preocupação nossa, mas há que ter em conta que há um novo quadro legal que gere e regula a contratação local. Temos de aguardar que haja autorização superior”, afirmou.


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