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José Sócrates nem...
... nem sai de cima

- 4-Nov-2010 - 16:21

José Sócrates não fo... nem sai de cima. E graças a essa estratégia socialista, são os portuguese que se fo... A prova disso voltou hoje a ser dada quando o ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, veio dizer que Portugal socialista “está a fazer o que deve” para enfrentar a crise das dívidas soberanas, sustentando que o problema tem dimensão “especulativa” transnacional. Descobriram a pólvora.

Por Orlando Castro
Jornalista


Os juros associados à dívida do que resta de Portugal a 10 anos atingiram hoje no mercado secundário, pelas 13h20, o máximo histórico de 6,594 por cento, acima dos 6,512 do anterior recorde atingido a 28 de Setembro.

Tal como fizera o primeiro-ministro (o mimetismo é atávico neste PS) quarta-feira à noite, em entrevista à TVI, também Silva Pereira voltou a afastar a possibilidade de Portugal recorrer a uma intervenção do Fundo Monetário Internacional (FMI) para solucionar o seu problema com a dívida soberana.

Silva Pereira considerou que o relatório do Banco Mundial, intitulado “doing business 2011”, que avalia o ambiente de negócios foi “muito positivo para Portugal”.

“Este relatório foi muito positivo para Portugal, porque passa da posição 48 para a 31 no ranking, progredindo 17 lugares. Portugal surge agora numa posição claramente mais favorável do que outros países do sul da Europa, com os quais habitualmente se estabelecem comparações”, sublinhou o ministro, atirando os foguetes e apanhando as canas.

De acordo com o ministro da Presidência, a subida de Portugal deveu-se (está bom de ver) “à implementação de um conjunto de reformas na sua administração pública, em particular com o programa Simplex”.

“Este relatório corrigiu distorções de outros anteriores no que respeita à ponderação da situação no mercado de trabalho. O Banco Mundial reconheceu que a distorção favorecia Estados que não asseguram o cumprimento das convenções em matéria de protecção no mundo do trabalho e prejudicavam objectivamente os estados de Direito”, apontou Silva Pereira, certamente baseado nos 700 mil desempregados, nos despedimentos colectivos, nas falência etc.

Já em Julho, Pedro Silva Pereira considerava que Portugal “não pode estar sempre em eleições” e defendeu que “a instabilidade política é negativa para os interesses das famílias, das empresas e dos portugueses em geral”.

Mas entre a instabilidade e a eventualidade de uma mudança para melhor (para pior é difícil) a opção dos 700 mil desempregados, dos 20% de miseráveis e de outros 20% de pobres não é difícil de advinhar, por muito que isso custe ao sumo pontífice do PS e aos seus acólitos.

“Precisamos de trabalhar e executar os programas que foram aprovados para dar confiança à economia portuguesa. Mas o que não inspira qualquer confiança é que o país se entretenha a discutir a oportunidade de uma crise política agora ou daqui a mais um bocadinho”, disse Silva Pereira nessa altura

Como teoria para quem está agarrado ao tacho... até não está mal. O PS tem medo de eleições, por isso não sai de cima. Não tanto pelo cartão vermelho que os portugueses certamente lhe irão mostrar, mas sobretudo porque dentro do PS são cada vez mais os que pensam que Sócrates e companhia há muito deixaram de ser bestiais para serem... bestas.

Para o ministro da Presidência, a generalidade dos portugueses espera que “esta legislatura se cumpra, que o mandato que foi dado ao Governo para governar possa ser exercido e que o Governo, no âmbito dessas responsabilidades, possa enfrentar os problemas”.
Por alguma razão, desde que José Sócrates chegou a dono do país, Portugal está cada vez mais perto dos mais evoluídos paises do norte... de África.

04.11.2010
orlando.s.castro@gmail.com


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