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Luanda manda e Lisboa, como é hábito, baixa as calcinhas

- 6-Nov-2010 - 11:25

A eleição de Portugal como membro do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) confere-lhe responsabilidade acrescida em questões como a situação no Saara Ocidental. Não, não sou eu que o digo. Quem o afirmou, em declarações à Lusa, foi o representante da Frente Polisário. Adda Bhraim. E Lisboa não vai, com certeza, deixar os seus créditos por mãos alheias. Em mãos alheias vai, isso sim, continuar a situação de Cabinda. Luanda manda e Lisboa põe-se de cócoras.

Por Orlando Castro
Jornalista


Quando se assinalam 35 anos sobre a "Marcha Verde", "a situação é cada vez mais complicada, com número crescente de refugiados, e Portugal tem agora, como membro do Conselho de Segurança da ONU, mais responsabilidade", afirmou o representante da Frente Polisário em Portugal.

Tem razão. E, mais uma vez, será mais fácil a Portugal ajudar a resolver a questão do Saara Ocidental do que, como é seu dever histórico, descalçar a bota em relação a Cabinda, seu protectorado, hoje ocupada pela força colonial de Angola.

É a aplicação das resoluções da ONU que pode trazer uma solução para o problema, considera a mesma fonte, lembrando que o Saara Ocidental "está no Magrebe, uma zona cuja estabilidade e segurança é importante para muitos países".

Sim. E como Portugal está cada vez mais perto em termos de evolução dos países do Norte de África, pouco importa os tratados assinados com os povos que ficaram mais a Sul.

A comunidade internacional, sublinhou Adda Bhraim, "deveria dar mais atenção a um problema que se arrasta há 35 anos e que só piora".

O alerta é igualmente válido para Cabinda. Mas como, nesta e em outras matérias, quem manda em Portugal é o petróleo (e não só) que Angola tem nas mãos, Lisboa limita-se a uma posição de subserviência em relação aos donos do poder em Luanda, país governado deste 11 de Novembro de 1975 pelo MPLA e que tem como presidente, há 31 anos, alguém que nunca foi eleito.

Na semana passada mais 20 mil sarauís fugiram da capital do território e estão num acampamento "cercados pelas forças da Polícia" e são já mais de 165 mil os refugiados, disse Adda Bhraim.

Também um representante da Associação Amizade Portugal-Saara, António Baptista da Silva, chamou a atenção para a situação dessas 20 mil pessoas, que reivindicam a soberania do território, que "estão isoladas e cercadas pelas forças de segurança".

"Portugal, melhor do que outros países, conhece este tipo de situações, pela semelhança com o que aconteceu com Timor-Leste", que ocorreu sensivelmente na mesma altura e que "conseguiu resolver mesmo no final do processo", sublinhou ainda António Baptista da Silva.

António Baptista da Silva, como é obvio, está mais preocupado com a situação no Saara Ocidental do que com Cabinda. Aliás, nem lhe cabe estar preocupado. Se Portugal se está nas tintas, porque carga de chuva deveria haver cidadãos preocupados?

O rei de Marrocos, Mohammed VI, profere hoje um discurso à nação por ocasião do 35º aniversário da "Marcha Verde" de 350 mil cidadãos e 25 mil militares marroquinos em direcção ao Saara ocidental, organizada em 1975 pelo rei Hassan II.

A Marcha Verde visou anexar o Saara Ocidental, então território espanhol, nos últimos momentos do franquismo.

Está, entretanto, agendada para a próxima semana uma nova ronda de conversações entre as partes envolvidas no conflito do Saara Ocidental. A reunião terá lugar em Nova Iorque, a convite do enviado especial da ONU, Christopher Ross.

O Saara Ocidental foi antiga colónia espanhola anexada em 1975 após a saída dos espanhóis, como parte integrante do reino de Marrocos. No mesmo ano, Angola anexou Cabinda, até então protectorado de Portugal.

06.11.2010
orlando.s.castro@gmail.com


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