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using defalts layout O anunciou oficial foi feito, numa conferência de imprensa conjunta dada pelo director executivo da Autoridade Conjunta, Olegário Tiny e Thierry Bourgeois vice-presidente da Total na Nigéria, à margem dos trabalhos da décima quarta conferência sobre petróleo, gás, minérios e finanças que decorre na capital são-tomense.

A empresa francesa mostra-se confiante e vai proceder a novas avaliações dos estudos já feitos pela Chevron antes de começar com a exploração de petróleo.

"Estamos honrosos por ter concretizado essa aquisição e esperamos que o trabalho de exploração e de apreciação que iremos fazer proximamente, possa permitir lançar, o mais depressa possível, o desenvolvimento dos recursos petrolíferos dessa zona para o benefício mútuo da Nigéria e da República de São Tomé e Príncipe", disse Thierry Bourgeois.

A Chevron Texacco ganhou o direito de exploração deste bloco em leilão feito em 2004 e pagou às autoridades são-tomenses e nigerianas, 123 milhões de dólares. Há cerca de dois anos, a Chevron havia anunciado que o bloco 01 "não tem petróleo em quantidade comercial", uma declaração que foi objecto de contestação da autoridade conjunta.

A empresa americana procedeu ao primeiro furo e concluiu que o petróleo encontrado não tem valor comercial. Agora transfere todos os seus direitos para a TOTAL que se mostra optimista quanto ao futuro do bloco 01.

"É a continuidade dos nossos trabalhos na Nigéria. Estamos presentes nesse país desde os anos 60 e este é o início de uma nova aventura em São Tomé e Príncipe" acrescentou o representante da Total.

A empresa francesa Total, adquiriu do gigante americano Chevon Texacco todo o direito de exploração do bloco n.º 1, passando a ser a operadora com uma percentagem de 45,9%.

"É difícil avançar a data para a exploração do petróleo. Há um trabalho de apreciação que deverá ser feito para confirmar que os recursos petrolíferos deste bloco sejam suficientes para justificar o investimento", disse o representante da Total.

"É isto que iremos fazer rapidamente no próximo ano. O bloco 1 situa-se a 30 quilómetros de um outro bloco que está em produção. Essa proximidade permitirá o sucesso desta operação", acrescentou Thierry Bourgeois.

A autoridade conjunta também está confiante no sucesso do bloco número um.

A JDA tem estado em negociações com a Chevron, que por sua vez tem estado em negociações com a TOTAL para a transferência dos interesses que a Chevron detém neste bloco da zona de desenvolvimento conjunto.

"Essa transferência já foi efectuada. Há alguns pormenores administrativos que estão em curso, mas, a JDA já deu autorização para essa transferência e já devolveu o documento de garantias que a Chevron tinha prestado para garantir uma boa prestação na zona", explicou Olegário Tiny.

"Agora o nosso parceiro na zona passa a ser TOTAL com uma percentagem de 45,9% do bloco 1, que passa também a ser a operadora do bloco", revela director executivo da JDA, Olegário Tiny.

A Total está a trabalhar num bloco nigeriano, perto do bloco 01 e acredita que esta aquisição vai permitir fazer uma associação no processo conducente à produção, que "poderá vir a apressar todo esse processo para o bem de todos nós", acrescentou.