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Jorge Eurico



Jogo limpo, senhores!

As eleições são o processo pelo qual os cidadãos designam os
responsáveis pelos destinos de um país (ou de uma instituição) durante um tempo determinado pelo seu estatuto jurídico-político (Constituição) vigente.


No que ao nosso país diz respeito, as próximas eleições estão já aí ao virar da esquina. Há partidos que já começaram (com o apoio de alguns órgãos
de Comunicação Social) a desencadear a sua campanha eleitoral de forma velada,
o que é, convenhamos, ilegítimo, porquanto atropela a Lei Eleitoral vigente.


Dizíamos que já começou a contagem decrescente para os angolanos exercerem pela terceira vez (a primeira, de triste memória, é para esquecer, na medida em que só mesmo à História colectiva política deste país interessa)o seu
Direito de voto para legitimar quem os vai governar nos próximos cinco anos a contar de 2012.

Nem todos os partidos políticos existentes poderão participar do jogo.
Uns não poderão fazê-lo por impedimento jurídico-legal (porquanto não conseguirão certamente os requisitos determinados por lei), outros por
não possuírem condições materiais necessários e suficientes para as exigências
de um processo eleitoral caro como o que se advinha.

Ora bem! As eleições, no nosso continente, têm sido, regra geral, sinónimo de confusão, tragédia mesmo. É por demais consabido que elas (as eleições)
não resolvem, em muitos casos (e o angolano é o produto acabado desta demonstração), os problemas básicos dos cidadãos.

Logo, em muitos países do nosso continente, as eleições não passam de um período carnavalesco em que uns (políticos, no caso) têm mais consciência da importância do voto do que uma boa parte dos cidadãos-eleitores, a tal ponto
que boa parte deles prefere nem participar do pleito.

É por estas e outras que os políticos (todos eles sem excepção), quando se aproximam as eleições, partem à caça do voto nos lugares mais recônditos
do país, onde muitas vezes em circunstâncias normais jamais quereriam pisar.
Mas fazem-no na esperança de conseguir o voto do cidadão-eleitor para que, desta forma, se perpetuem no poder ou consigam chegar até lá, que a
outra face da moeda.

São capazes de beijar crianças com ranho a escorrer pelo rosto, beijar velhos ou velhas com ramelas, ou seja, irem ao encontro dos mais desfavorecidos para mostrar que estão e sempre estiveram com o povo. No entanto, cabe ao povo, abrir o olho e saber a importância do voto que vai depositar na urna.

Em face disso, em muitos países hodiernos, os cidadãos já não fazem apelo à sua «paixão ideológica», mas, isto sim, depositam confiança naqueles que
apresentam programas de Governo convincentes, na esperança de que a sua vida venha a melhorar, o que nem sempre acontece, há que se reconhecer.

Seja como for, a partir desta tribuna, gostaríamos de apelar aos partidos que vão ao jogo eleitoral para observarem a continência verbal durante
as suas campanhas, coibindo-se de prometer aquilo que não poderão dar ao povo durante o seu consulado. É também muito importante que se evite
comportamentos e discursos que possam ter o condão de virem a «incendiar a pradaria», algo que já não interessa a todos os angolanos de bem que,
acreditamos, serão a esmagadora maioria do povo.

Povo este que tem de estar bem atento e cauteloso com as escolhas que vier a fazer. Afinal, cautela e caldo de galinha nunca fizeram mal a ninguém…


Jorge Eurico




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