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\"Penso que o general António Indjai tem a responsabilidade de limpar o nome das Forças Armadas. Tem que dizer claramente aquilo que sabe das mortes\", afirmou o deputado, que falava enquanto porta-voz dos partidos da oposição que hoje realizaram uma manifestação em Bissau a pedir justiça e a demissão do Primeiro-ministro guineense, Carlos Gomes Júnior.



Segundo Roberto Cacheu, o general António Indjai, chefe das Forças Armadas guineenses, \"não está envolvido\" nos acontecimentos registados em 2009.



\"Ele não está envolvido. Tanto assim que teve a acção do 01 de Abril e disse que se não fosse aquele levantamento talvez não teríamos hoje o Presidente Malam Bacai Sanhá e ele mesmo\", afirmou Cacheu.



Em Março de 2009, o antigo Presidente Nino Vieira e o ex -chefe das Forças Armadas, general Tagmé Na Waié, foram mortos.



Em Junho do mesmo ano, foram assassinados os deputados Hélder Proença e Baciro Dabó por envolvimento num alegado golpe de Estado que o Ministério Público já considerou nunca ter existido.



Na altura, o deputado Roberto Cacheu e outras figuras da sociedade guineense foram acusados de alegado envolvimento na preparação do golpe de Estado.



O Ministério Público retirou também as acusações contra Roberto Cacheu e outras pessoas.