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using defalts layout Depois da investidura do quarto chefe de Estado Santomense, há dois meses, esta é a primeira acreditação de Pinto da Costa no Palácio do Povo, ao Diplomata angolano.

O cargo está à disposição há cinco anos, depois de Pedro Mavunza ter aceite desempenhar a função de Embaixador no Congo Brazaville.

«É preciso recuperar o que o tempo apagou nas relações entre Angola e São Tomé e Príncipe, desde da ausência de Pedro Mavunza, em 2006. Apesar disso, a nossa embaixada não deixou de cumprir a sua obrigação diplomática e agora estou presente para aplicar todo o dinamismo no quadro da nova dinâmica», afirmou o novo embaixador, Alfredo Mingas.

O novo inquilino da Embaixada de Angola, lançou um desafio à Comunidade angolana residente em São Tomé e Príncipe desde a era colonial, com uma maior concentração para as roças, mostrando que conta com o apoio desta comunidade para continuar a dignificar o bom nome de Angola, de modo a que todos caminhem na mesma direcção.

Dos projectos sociais e privados de Angola destacam-se a requalificação do
Porto e do Aeroporto Internacional de São Tomé, a recuperação da empresa
Agostinho Neto, onde funcionou o hospital escolar, a finalização da instalação da nova Embaixada, a Comunicação Social, diversas obras públicas, entre outras iniciativas já identificadas pela Comissão entre os dois países, realizada no Hotel Mirar Mar, há seis meses.

Há dez anos que a população não ouvia o hino nacional de Angola, entoando pela a Banda das Forças Armadas, já elogiado por Agostinho Neto. Muitos estiveram presentes para testemunhar esta entrega da Carta Credencial que vem dar credibilidade aos projectos de Angola no arquipélago, principalmente aos financiamentos privados da SONANGOL.

O Diplomata angolano foi recebido na manhã de segunda-feira, 7 de Novembro, pelo ministro dos Negócios Estrangeiros e Comunidade, Salvador dos Ramos, que já foi Embaixador em Angola. De seguida dirigiu-se para o Palácio do Povo.

Não se sabe quem vai ocupar o cargo de Embaixador em Angola, que está à disposição há três anos, depois de o actual secretário-geral do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Armindo Fernandes, ter abandonado Luanda porque já havia uma proposta para a sua substituição, por parte do Tenente Coronel Óscar Sousa, que foi chumbado pela autoridade angolana.