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Jorge Eurico



Guiné-Bissau, a vergonha da Lusofonia
- 14-Apr-2012 - 21:08

A Presidência angolana da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) advertiu hoje, sábado, a partir de Lisboa, as autoridades militares guineenses, «em particular» o chefe das Forças Armadas, António Indjai, que a continuação das acções em curso poderá ter consequências no Tribunal Penal Internacional.

Acho muito bem e, digo eu, julgo ser uma oportunidade soberana para a CPLP (cujo trabalho, admitamos, tem sido pouco visível) e a União Africana (que - à excepção de Angola - assistiu queda, muda, impávida e serena a forma fria e brutal como se colocou um ponto final à vida do líder líbio, coronel Muammar Kadhafi, como se de um cachorro se tratasse) mostrarem o que valem no que tange aos interesses da lusofonia, em particular, e dos africanos em geral.

Espero, pois, que a advertência de Angola, que também assume a presidência rotativa do Conselho de Paz e Segurança da União Africana, não seja vã. Muito apreciaria se as autoridades militares (muito competentes no que à criação da desordem constitucional diz respeito) e o chefe das Forças Armadas guineeneses, António Indjai, fossem chamados à pedra.

Seria bom que a observação de Luanda fosse efectivamente exequível, de sorte a honrar a memória de Amílcar e Luís Cabral, dois insignes políticos do século passado que figuram nos anais da História política da Guiné- Bissau e de Cabo Verde.

Caso a advertência de Luanda não tenha efeitos práticos nos próximos dias, de modo a colocar um ponto final ao circo sem graça em que se transformou a Guiné-Bissau no últimos anos, serei obrigado a concluir que, afinal, de nada valeu a luta de Amílcar e de Luís Cabral.

A Guiné-Bissau tem demonstrado, de alguns anos a esta parte, que não quer ser ajudada. Os meios castrenses têm demonstrado que o «Espírito da Lei», de Montesquieu, não tem serventia naquela parcela da Lusofonia.

O poder Executivo, Legislativo e Judicial têm de estar, segundo entendimento dos militares, ao reboque do força do fusível. A continuar a ser assim, a Guiné-Bissau é, e continuará a ser, a nossa vergonha no mundo (lusófono).

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