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Jorge Eurico



Guiné-Bissau, a vergonha da Lusofonia II
- 15-Apr-2012 - 16:28

O Comando Militar que na última quinta-feira tomou o poder na Guiné-Bissau está «na fase da busca incessante de uma solução pacífica para a crise político-militar imposta pelo deposto poder político», garantiram recentemente os militares em comunicado. Quem acredita na pretensa boa vontade dos militares bissau-guineenses consubstanciada na busca «incessante de uma solução pacífica para a crise político-militar que se levante, atire a primeira pedra e diga alto e bom som que os políticos locais é que têm posto o nome daquele país lusófono na lama!


«O Estado Maior General das Forças Armadas (EMGFA) vem direcionar agora os seus máximos esforços na criação de condições necessárias ao rápido restabelecimento da ordem constitucional, e sobretudo do clima de paz e segurança», diz o comunicado dos militares, o comunicado número 7.

Acredito, isto sim, que o Estado Maior General das Forças Armadas (EMGFA) está a direcionar os seus máximos esforços para perpectuar a desordem constitucional a que nos vem acostumando e sobretudo para instalar, de uma vez por todas, o caos, intranquilidade e insegurança na Guiné-Bissau.

O EMGFA «traça para os próximos dias» «objetivos a cumprir», um deles é o de «acionar mecanismos tendentes à remoção dos obstáculos à reforma dos sectores da Defesa e Segurança, há muito anunciada pelo Governo da Guiné-Bissau mas que nunca conheceu o seu arranque», apesar da vontade e do apoio da comunidade internacional.

Enquanto isso, os militares vão permitindo, pois, que o seu este país vá sendo uma placa giratória para o tráfico de droga da América para Europa, Ásia e África.

Dir-me-ão que a Guiné-Bissau (que deixou de estar sob a bota de António Oliveira Salazar há cerca de trinta e oito anos) é um Estado consolidado como são Angola, Cabo Verde, Brasil, Moçambique, Portugal, Timor-Leste e São Tomé e Príncipe? Claro que é, mas só se for um estado de… espírito (maligno)!

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