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Jorge Eurico



Guiné-Bissau, a vergonha da CPLP III
- 23-Apr-2012 - 17:13

O Comando Militar da Guiné-Bissau continua a mostrar à CPLP, à CEDEAO, às Nações Unidas, a África e ao resto do mundo que é ele, e mais ninguém, que (desco)manda na pátria fundada por Amílcar Cabral e que político (seja ele bissau-guineense ou de outras latitudes) que ousar chamá-lo à razão corre o risco de ser humilhado, surrado, sovado, escalavrado e, se possível, corrido à bala. Dúvidas? Perguntem ao Presidente da República interino, Raimundo Pereira,e ao Primeiro-Ministro, Carlos Gomes Júnior «Cadogo», que a esta altura devem estar a levar, e a bom levar... nas «fuças».


Foi por isso que na última sexta-feira, 20 de Abril, o Comando Militar da Guiné-Bissau afirmou sem respeito nem consideração à Constituição do seu país e à Ordem Internacional que qualquer força de segurança internacional que entrar no seu país será considerada «invasora».

Pudera! Faltou dizer que António Indjai e os seus comandados poderão receber uma força de segurança internacional à tiro de Kalashinikov, caso algum país membro da CPLP, CEDEAO ou capacetes azuis das Nações Azuis pretenda estender à Guiné-Bissau para tirar o povo da «baderna» criada pelos militares.

Acerca das conclusões da reunião do Conselho de Segurança da ONU, de quinta-feira, 19 de Abril, o porta-voz do comando militar da Guiné-Bissau disse que o envio de forças estrangeiras para o país seria uma «invasão».

Será que a Guiné-Bissau aguentar-se-ia nas «canetas« se porventura fosse invadida militarmente por um país da CPLP ou ainda CEDEAO? Acho que não! Portanto, as bocas do Comando Militar não passam, quanto a mim, de um show-off para chamar a atenção da Comunidade Internacional para pensão/reforma dos militares, que, nesta altura do campeonato, muitos já deveriam estar em casa a cuidar dos netos.


De acordo com o tenente-coronel Daba Na Walna, o país não está em guerra, logo, não se justifica esta acção.
Pois! O país não está em guerra, mas o Presidente da República interino e o Primeiro-Ministro estão detidos no interior escuro (como breu) de uma cela qualquer e certamente a levarem no focinho. Será que Daba Na Walna pode justificar esta acção?

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