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Jorge Eurico



Dito afirma, eu cauciono!
- 2-May-2012 - 0:00

Cacá Diegues (considerado um dos maiores expoentes do cinema do «país-tropical» de Wilson Simonal) afirmou na última segunda-feira, 30, em entrevista concedida à imprensa, em Recife, que o cinema brasileiro tem potencial para representar o século XXI o que Hollywood significou para os Estados Unidos da América (EUA), em particular, e para o mundo, em geral, no século passado. Tem, digo eu, toda (e mais alguma) razão!

A ser homenageado esta quarta-feira, 02, durante a realização do Festival do Audiovisual – Cine PE -, em Olinda, Cacá Dieguies crê que tal empresa não é impossível, mas sim difícil. E explica porquê: «Infelizmente acho que é mais uma das vocações de grandeza que o Brasil não consegue realizar», destaca o brasileiro que já dirigiu filmes como «Xica da Silva» (1976) «Bye Bye Brasil», (1976), «Deus é Brasileiro» ( 2003).


Tal como Caca Diegues, também gostaria de dizer que o cinema angolano tem todo e (e mais algum) potencial para figurar entre melhores produzidos em África e no mundo. Mais: que neste século os filmes angolanos seriam dignos de interesse, admiração, respeito, consideração e «curiosidade zoológica» por parte dos cinéfilos africanos e do mundo em geral dada a sua qualidade.


Infelizmente, e para desconsolo meu, não posso dizê-lo, porquanto não conseguiremos atingir tal desiderato.
Desde logo pelo facto de o director do Instituto Angolano do Cinema, Audiovisual e Multimédia (IACAM), o jornalista Pedro Ramalhoso, ter revelado, em declarações feitas recentemente ao «Jornal de Angola», que o Estado por si só não está em condições de apoiar financeiramente os projectos que lhes são remetidos. Logo, não posso, não podemos sonhar como Caca Diegues.


E, salvo melhor opinião, foi por falta de apoios que a qualidade dos filmes que os jovens cineastas angolanos produziram entre 2007 a 2009 eram de baixa qualidade, ou melhor, de quinta categoria.


É por isso que Henrique Narciso «Dito», realizador da Televisão Pública de Angola (TPA), formado em cinema em França, disse recentemente ao único diário do país («Jornal de Angola»)que o cinema angolano está em coma por falta de um maior investimento. E eu – se mo permitem, como cinéfilo de primeira - cauciono a afirmação de Henrique Narciso «Dito».

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