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Jorge Eurico



Angola, «Estado selvagem»? Não, muito obrigado!
- 6-May-2012 - 10:47

Em entrevista concedida recentemente ao espaço radiofónico «Angola Fala Só», da Voz da América (VOA), o presidente do Partido Popular (PP) afirmou que o Executivo em Angola vai mudar nas urnas ou (imaginem!)... na rua. Das três uma: Ou David Mendes é contrário à estabilidade política alcançada a 4 de Abril de 2002; ou é um político desmemoriado ou quer, definitivamente, que se instale um «Estado selvagem» em Angola.


Vamos lá esclarecer uma coisa (já estou a imaginar-me a ser acusado no Club-K de ter envergado a toga de advogado do Governo): não sou, nunca fui nem pretendo ser contra os promotores de manifestações que têm tido lugar debaixo do nosso sol político. Pelo contrário: Direitos são Direitos, respeitam-se. Por isso mesmo, viva(m) a(s) Liberdade (s)!

É bom, contudo, que se diga que as sociedade civis e políticas angolanas ainda estão impreparadas para usar correcta, devida, eficaz e oportunamente este instrumento de luta política, as manifestações que têm acolhimento no nosso ordenamento jurídico.

Prova disso é que as manifestações, hoje, enquanto instrumentos de luta política, estão literalmente banalizadas. Se as primeiras deixaram o Governo em delirium tremis, o mesmo não se pode falar das que se seguiram.

Concordo com o prócer dr. David Mendes quando disse à VOA que o Governo regime deve ser mudado nas urnas, mas não posso dar o meu assentimento à ideia do líder do PP quando advoga que a mudança deve ser feita na rua, dando, desta forma, guita a actos de vandalismo.

Quererá David Mendes apregoar abertamente o crime nas avenidas, ruas, becos e vielas das cidades do nosso país, de molde a caucionar-se um clima de insegurança, instabilidade e sequentemente daí fazer-se aproveitamentos de toda ordem? Não, não creio que o presidente do PP seja assim tão (ir)responsável.

Será pretensão de David Mendes incentivar a desordem pública? Não, não creio. Penso, pois, que o presidente do PP saberá (melhor que eu certamente) que ainda há neste país cicatrizes que doem e feridas que sangram em virtude da guerra que, durante três décadas e pouco mais, o esventrou de forma transversal.

Creio, isto sim, que David Mendes (um causídico que merece a reverência de todos nós pelo trabalho que até então vinha desempenhado em prol dos descamisados deste país) tem a obrigação de se bater contra as mais inaceitáveis práticas de actos contrários aos Direitos consagrados na Constituição vigente.

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