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Jorge Eurico



Polícia 0, criminosos 2
- 7-May-2012 - 17:54

A criminalidade tomou, definitivamente, conta da cidade de Luanda. Ela saiu à rua, em força, desde momento em que o ex-comandante da Polícia Nacional de Luanda, comissário Joaquim (Quim) Vieira Ribeiro e sus muchachos, começaram a ver o sol a nascer aos quadradinhos. Tudo indica que Quim Ribeiro e a sua equipa sabiam segurar o touro pelos cornos. Ou melhor: tinham a situação da criminalidade sob controlo, prova disso é que não tínhamos notícias constantes de assaltos, assassinatos e desordem de toda ordem.

Hoje a situação é, admitamos, diametralmente oposta. Os assaltos acontecem à luz do dia em pleno coração da cidade de Luanda e muitas vezes às barbas dos agentes da Polícia Nacional.

Os criminosos, convenhamos, deram à volta à segurança da capital do país. A sorte de todos nós está em jogo. Dito de outra forma: todos nós estamos sujeitos a sermos assaltados ou quiçá mortos por jovens que se encontram no lado certo da vida errada por terem escolhido o crime como profissão.

Apesar de dotada de (todos e mais alguns) meios, os agentes da Polícia Nacional parecem impotentes para conter a onda de criminalidade que anda pelas ruas de Luanda sem bilhete, passaporte, em duas rodas, em alta velocidade e muitas vezes em contramão.

Pessoalmente já fui vítima de dois assaltos à mão armada em muito pouco tempo. Fiquei, admito, acagaçado. Os assaltantes levaram os telemóveis e alguns kwanzas que tinha no bolso.

O primeiro assalto aconteceu à porta do serviço, isto é, na Vila-Alice. O segundo teve lugar recentemente no Miramar, nas imediações do CHE. Os assaltantes «adonaram-se» do meu telemóvel, depois de me terem apontado a pistola à cabeça. Deepois desapareceram pelas barrocas.

Há dias li no Face Book que o jornalista (por enquanto no defeso) Herculano Coroado também tinha sido vítima de um assalto à porta de casa. Os assaltantes - segundo o mesmo - terão levado duzentos mil kwanzas.
Eu e o Herculando Coroado não somos seguramente as únicas vítimas do crime violento que grassa na nossa capital. Somos, isto sim, uma ilustração dramática da violência que tomou conta da capital do país.

O crime violento (roubos, assaltos e assassinatos) que tomou conta de Luanda revela que as autoridades policiais têm sido incompetentes para garantir a paz social dos citadinos.

Se fosse uma partida de futebol, diríamos que os criminosos em Luanda estão a dar uma «cabazada» aos agentes da Polícia Nacional, cujo resultado seria: Minint 0, criminosos 2. Isto quer dizer que o «Ministério dos policiais» não está com nada

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