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Jorge Eurico



Guiné-Bissau - Onde maternidade (também) é sinónimo de morte
- 9-May-2012 - 6:43

A Guiné-Bissau, país onde os militares são especialistas em promover a desordem constitucional e, ao arrepio do civismo e da disciplina castrense, não se coíbem de ir às «fuças» do (s) presidente (s) da República e do Primeiro-Ministro (Raimundo Pereira e Carlos Gomes Júnior «Cadogo», que o desmintam), está, irremediavelmente, condenada a ser conotada com o que de mais negativo acontece à face da terra nos últimos tempos, sobretudo no contexto da Lusofonia e do continente africano. E o último relatório anual da «Save the Children» lançado ontem, terça-feira nos Estados Unidos da América (EUA) não deixa margem para dúvidas (para quem ainda as tinha, pois claro!) ao revelar que a Guiné-Bissau figura entre os piores países do para a maternidade.


Ainda está «online» na memória da minha memória o episódio protagonizado por Mama Mané que deixou a sociedade bissau-guineense em estado de choque. Mané, a médica de serviço, matou, perdão, negou, terminantemente, prestar assistência médica a uma mãe grávida de 18 anos, Matilde Nanque, de seu nome, por falta de dinheiro. Aconteceu no dia 22 de Outubro de 2003 no «Hospital Nacional Simão Mendes», também conhecido como «um lugar de morte» para as mulheres grávidas de Bissau.

Digam lá, meus senhores, se a «Save the Children» - considerada a maior organização independente de defesa dos Direitos das crianças no mundo - tem ou não razão em apontar a Guiné-Bissau como uma das nações mais ruins para a maternidade?

Tem, digo eu, toda (e mais alguma) razão!

Adiante. Presente em 125 países, a «Save the Children» aponta, no seu documento, o Níger como o pior país para se ser mãe, tendo, neste domínio, superado apenas o Afeganistão por causa da fome. No outro extremo da lista, a Noruega é o melhor país para a maternidade, segundo a classificação «Melhores e Piores Lugares para ser Mãe», que compara 165 países em termos de saúde materna, educação, situação econômica, saúde infantil e nutrição.

O estudo é separado em três grupos principais: o dos países desenvolvidos, o dos menos desenvolvidos e o dos pobres. O Brasil aparece na 12ª posição no grupo dos países menos desenvolvidos, atrás de nações como Cuba, Argentina, Uruguai e Colômbia, e à frente de China e Índia.

O documento, que este ano se concentra na nutrição, sobretudo do momento em que a mulher fica grávida até os dois anos de idade do seu filho, destacou que a desnutrição é a causa subjacente das 2,6 milhões de mortes anuais de crianças registradas em todo o mundo. «Milhões de outras crianças sobrevivem, mas sofrem durante toda a vida de deterioração física e cognitiva, pois deixaram de receber muito cedo os nutrientes de que precisavam quando os seus corpos cresciam e as suas mentes eram mais vulneráveis», destacou o informe.

Depois do Níger, os piores países para ser mãe são Afeganistão - que ocupou o primeiro lugar durante dois anos -, Iêmen, Guiné-Bissau, Mali, Eritreia, Chade, Sudão, Sudão do Sul e República Democrática do Congo. «Dos 10 países no fim da lista do relatório da Save the Children, sete estão em meio a uma crise alimentar», disse.

«O Níger, no último lugar, enfrenta um aumento da situação de fome, pondo em risco as vidas de um milhão de crianças», acrescentou. Depois da Noruega, os melhores países para ser mãe são Islândia, Suécia, Nova Zelândia, Dinamarca, Finlândia, Austrália, Bélgica, Irlanda, Holanda e Reino Unido.


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