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«Canalhice» da elite política mata jornalista Neiva Moreira!
- 12-May-2012 - 22:42

O jornalista e político brasileiro José Guimarães Neiva Moreira, criador dos cadernos «Terceiro Mundo» (veículo editado na década de 80 e virado essencialmente para abordagem dos problemas da América Latina e de África), morreu, às duas horas e quarenta e cinco minutos da última quinta-feira, 10, no Hospital UDI, em São Luís, Maranhão, onde se encontrava internado desde o passado dia 31 de Março.

O comunicado do Hospital UDI diz que o jornalista e político, de 95 anos, ex-deputado federal pelo Maranhão e fundador do PDT, foi vítima de uma insuficiência respiratória. Não, não é verdade. Neiva Moreira foi - segundo escreveu a sua ex-mulher, a jornalista Beatriz Bissio – vítima da canalhice, mesquinhice, corrupção e mentira impostas à sua terra (São Luís do Maranhão) por uma geração de políticos elitistas e corruptos. Com o seu desaparecimento, a política brasileira - segundo a presidente do Brasil Dilma Rousseff, que expressou, por meio de uma nota, o seu pesar – perdeu um dos seus mais expressivos líderes.

Por aquilo que já li e conheço das suas obras, sobretudo o seu livro «Pilão da Madrugada», eu (se me é permitido dizê-lo) diria com a morte de Neiva Moreira perdeu-se um político que, apesar da sua idade já bastante avançada, representava uma renovação na atrasada geografia política do Maranhão, em particular, e do Brasil, em geral.

Jornalista, deputado, activista internacional e antigo lugar-tenente de Leonel Brizola, a partir da defesa do regime constitucional do presidente João Goulart, em 1964, Neiva Moreira foi um gigantes do nacionalismo brasileiro e latino-americano.
Neiva Moreira foi até, às vésperas da sua morte, presidente nacional do PDT, líder na Câmara dos Deputados por duas vezes, presidente da Comissão de Relações Exteriores e um dos principais assessores do ex-governador do Maranhão, Jackson Lago.

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