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Jorge Eurico



CEDEAO, bênção ou desgraça para Guiné-Bissau (?)
- 18-May-2012 - 10:45

Como é que se combate o crime organizado num país (Guiné-Bissau, no caso)onde os militares vão às «fuças» do Presidente da República e do Primeiro-Ministro quando bem lhes apetece? A esta altura Amílcar Cabral deverá andar às voltas na tumba...


A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) é, definitivamente, um problema (bicudo, pois claro!) para a solução da instabilidade política e militar com a qual a Guiné-Bissau se tem debatido de algum tempo a esta parte. A atestar isso está o facto de a mesma (a CEDEAO, no caso) ter entregue «o ouro» a dois bandidos, Serifo Nhamadjo e Rui Duarte Barros (Presidente e Primeiro-Ministro de transição, respectivamente), cuja «eminência parda» é nada mais nada menos que o ainda chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas da Guiné-Bissau, general António Indjai.



Ao arrepio da ordem constitucional, mas com a «bênção» da CEDEAO (a única instituição internacional que apoia as autoridades saídas do golpe de Estado militar do dia 12 de Abril), o presidente fantoche das chefias militares guineenses, Serifo Nhamadjo, conferiu posse, na última quarta-feira, 16, ao Primeiro-Ministro Rui Duarte Barros.



Serifo Nhamadjo e Rui Duarte Barros sabem perfeitamente que não têm legitimidade para se arvorarem em Presidente e Primeiro-Ministro da Guiné-Bissau, mas não têm outra alternativa. Caso se recusem a colaborar com as chefias militares correm o risco de serem humilhados, sovados, escalavrados, presos, torturados ou ainda de acordarem com a boca cheia de formigas.



Na cerimónia de tomada de posse o presidente de transição da Guiné-Bissau pediu ao Primeiro-Ministro urgência no pagamento dos salários da função pública e criação de condições para «salvar o ano escolar».


Se me é permitido perguntar, deixem-me questionar: de onde virá o dinheiro para pagar os ordenados da função pública Bissau-guineense? A resposta é (tão) simples (quanto esta): virá segura e garantidamente do Senegal, Nigéria ou da Costa de Marfim.


Serifo Nhamadjo disse também a Rui Duarte de Barros que é preciso desenvolver acções de luta contra o crime organizado e o tráfico de droga, bem como impedir que haja falta de alimentos e que a colheita do caju, principal produto do país, seja feita.

Digam lá, meus senhores, se esta tirada de Serifo Nhamadjo é ou não risível? Como é que se combate o crime organizado num país onde os militares vão às «fuças» do Presidente da República e do Primeiro-Ministro quando bem lhes apetece?

Dentro de alguns dias teremos notícias de que os bandoleiros, perdão os militares bissau-guineenses, sob a batuta (mui astuta) de António Indjai, destituíram, espancaram e prenderam Serifo Nhamadjo e Rui Duarte Barros. E aí será caso para perguntar: onde esta(rá) a novidade?

A crise política e militar naquele país lusófono e uma novela (cujos capítulos seguem dentro de momentos) que nos permitirá saber se a CEDEAO é uma bênção ou maldição para a Guiné-Bissau.

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