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  Timor Lorosae
Alkatiri mantém agendada reunião de quarta-feira, bispos negam
- 25-Apr-2005 - 17:21


A reunião de quarta-feira entre o primeiro-ministro, Mari Alkatiri, e os dois bispos de Timor-Leste continua agendada disse hoje o chefe do governo à Lusa, mas fonte da igreja garantiu desconhecer a existência do encontro.


A fonte da igreja contactada pela Lusa, e que desde o princípio acompanha o processo de contestação dos católicos ao executivo de Mari Alkatiri, salientou que o convite que os bispos D.Alberto Ricardo da Silva, de Díli, e D.Basílio do Nascimento, de Baucau, receberam fazia referência para uma reunião a realizar hoje.

"Essa reunião já se realizou e não temos nenhum convite para mais reuniões", garantiu a fonte.

A Lusa contactou o gabinete do primeiro-ministro timorense, tendo uma fonte manifestado a sua estupefacção com a argumentação da igreja, reafirmando que o convite endereçado quinta-feira passada pelo chefe do governo aos dois bispos mencionava a necessidade de um encontro "tão rápido quanto possível" para esclarecer os pontos de vista de ambos os lados.

No encontro de hoje, a igreja timorense esteve representada pelos vigários-gerais de Díli e Baucau, chanceler de Baucau e pelo vigário episcopal do Apostolado Social.

O encontro representou um verdadeiro diálogo de surdos, com o governo, no final, a acusar em comunicado de imprensa a igreja de "pouca seriedade", por comparecer à mesa de negociações com a exigência de demissão do primeiro-ministro.

A igreja pela voz do vigário-geral de Díli, padre Apolinário Guterres, divulgou um comunicado em que se reafirma que a concentração de católicos na capital timorense, que hoje entrou no sétimo dia, "não é simplesmente sobre religião".

"A essência do problema reside no modelo de sociedade que está a ser imposto sobre este povo", refere o comunicado da igreja, frisando que "o povo perdeu a confiança neste governo" pelo que, "em consequência o povo exige ao partido FRETILIN a remoção deste governo".

A exigência consta ainda de uma carta, anexada ao comunicado de imprensa distribuído pela igreja católica, em que os dois bispos instam o presidente do Parlamento Nacional e da FRETILIN (Francisco Guterres "Lu-Olo) a demitir Mari Alkatiri e a indigitar um novo primeiro-ministro.

"As nossas orações acompanham V. Exca., para que ganhe confiança e coragem para executar na prática o que é correcto e justo no momento certo da história", conclui a carta assinada pelos dois bispos.

Instado pela Lusa a comentar a carta que lhe foi endereçada pelos dois bispos, Francisco Guterres "Lu-Olo" rejeita qualquer mudança de governo.

"Considero que não se deve questionar a ordem jurídico- constitucional", defendeu "Lu-Olo", que na qualidade de presidente da FRETILIN acusou na semana passada a igreja católica de estar a criar um "clima pré-insurreccional".

"Os dois bispos deveriam reformular as questões que colocaram na mesa", concluiu "Lu-Olo" na declaração que fez à Lusa.

Entretanto o presidente Xanana Gusmão regressou hoje a Díli e em conferência de imprensa no aeroporto reafirmou a necessidade do governo e da igreja apostarem no diálogo.

"É necessário que o governo e a igreja mantenham um diálogo compreensivo que permita encontrar soluções para as preocupações dos bispos e das massas lideradas pela igreja neste protesto", salientou.

"É fundamental e necessário que o Estado adopte uma política de desenvolvimento sustentável, um processo em que avançamos passo a passo, com os pés firmes no chão", concluiu Xanana Gusmão.

Esta situação de conflito da igreja com o governo coincide com a realização em Díli de mais uma edição da conferência de doadores e parceiros de desenvolvimento de Timor-Leste e também de mais uma ronda negocial com a Austrália, com vista à demarcação da fronteira marítima.


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