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FRETILIN não quer que se repita a guerra civil de 1975
- 25-Apr-2005 - 18:21


A FRETILIN, partido maioritário em Timor-Leste, exigiu hoje em conferência de imprensa que não se repita a experiência de 1975, quando uma guerra civil colocou timorenses contra timorenses e abriu caminho à ocupação estrangeira.


A exigência consta de um comunicado de imprensa saído da reunião do Secretariado Político Permanente do Comité Central, realizada hoje em Díli e em que se exige ainda à hierarquia da Igreja Católica que respeite a Constituição.

Horas depois desta conferência de imprensa, o presidente da FRETILIN e presidente do Parlamento Nacional, Francisco Guterres "Lu- Olo", disse aos jornalistas que o partido maioritário em Timor-Leste "nunca aceitará que alguém tente tomar o poder pela força".

"A FRETILIN nunca há-de aceitar um golpe de estado. Nunca aceitará que alguém tente tomar o poder pela força. A experiência de 1975 bastou", vincou.

A guerra civil de 1975 opôs a FRETILIN a outros partidos timorenses, e entreabriu a oportunidade da invasão indonésia, que se prolongou por 24 anos.

A reunião do Secretariado Político Permanente do Comité Central da FRETILIN serviu para analisar a situação política em Timor- Leste, condicionada há uma semana por uma concentração de populares que exigem a demissão do primeiro-ministro, Mari Alkatiri, e do seu governo, numa iniciativa patrocinada pela hierarquia da Igreja católica.

O que começou por ser a contestação a uma experiência pedagógica a promover pelo governo em 32 escolas, que assentava no fim da obrigatoriedade do ensino de Religião e Moral e a sua passagem a facultativa, rapidamente evoluiu para um protesto contra a política do governo e a exigência da demissão do primeiro-ministro.

A Igreja Católica de Timor-Leste distribuiu hoje à imprensa cópia de uma carta assinada pelos dois bispos timorenses, D. Alberto Ricardo da Silva, de Díli, e D. Basílio do Nascimento, de Baucau, dirigida a Francisco Guterres "Lu-Olo", a exigir a "imediata remoção" do governo.

Na conversa com os jornalistas, Francisco Guterres "Lu-Olo" negou de forma veemente o que considera ser uma falsidade posta a circular pela hierarquia católica.

"A hierarquia da Igreja Católica parece não estar satisfeita e está a disseminar uma informação errada junto do povo de Timor-Leste, em como o Comité Central da FRETILIN tinha decidido afastar o secretário-geral, o que é totalmente falso", salientou.

"Pelo contrário, estamos todos a cerrar fileiras ao lado do secretário-geral e actual primeiro-ministro Mari Alkatiri", acentuou.

Na semana passada, a FRETILIN acusou a hierarquia católica timorense de estar a criar um "cima pré-insurreccional", e o membro do Comité Central e ministro do Interior, Rogério Lobato, desafiou "os "padres que querem fazer política" a "pendurarem a batina e a inscreverem-se num partido político" em vez de utilizarem símbolos católicos em iniciativas políticas.

Desde o início da concentração, cuja intenção era marchar sobre o Palácio do Governo, ocupando-o até que o primeiro-ministro se demitisse, os manifestantes mantêm entre si e o cordão policial que há uma semana os impede de se aproximarem do edifício, mais de uma dezenas de estátuas de Nossa Senhora e imagens de Jesus Cristo.

As palavras de ordem contra o governo sucedem-se ao rezar do terço, passando por concertos musicais, para o que foi colocado junto à barreira policial um atrelado de camião, com colunas de som.

Hoje, no sétimo dia de protesto, o recinto ocupado pelos manifestantes apresentou o maior número de sempre, com mais de 2 mil pessoas.

Outras cinco mil a seis mil, provenientes do interior do país, estão espalhadas pela capital timorense, pernoitando em residências de religiosos, parques e jardins situados junto a igrejas, sem que se tenham verificado ainda quaisquer incidentes.


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