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  Timor Lorosae
Igreja mantém cárceres privados residência bispo de Díli, acusa a FRETILIN
- 30-Apr-2005 - 20:02


A Igreja Católica timorense mantém cárceres privados na residência do bispo de Díli, acusou hoje na capital timorense o presidente da FRETILIN, Francisco Guterres "Lu-Olo".


A denúncia consta ainda do comunicado final da reunião extraordinária do partido maioritário, que cerrou fileiras à volta do seu secretário-geral e primeiro-ministro, Mari Alkatiri.

No texto lido no final da reunião, a FRETILIN "exige uma investigação aturada da situação de detenção e cárcere privado", uma situação que Francisco Guterres remete para o governo.

"Sabemos de cidadãos que se encontram presos na residência do bispo de Díli. O governo tem que resolver essa situação e saber o que se passa", frisou.

O comunicado apela ainda aos militantes e quadros da FRETILIN a que se preparem "para expressar a sua rejeição à manifestação liderada pela hierarquia da Igreja Católica em Timor-Leste e apoiar o governo constitucional", liderado por Mari Alkatiri.

Em declarações no final dos trabalhos, Mari Alkatiri disse que o partido "não coloca de parte" a possibilidade de também realizar uma manifestação de apoio ao governo que lidera.

Além de reiterar o seu apoio ao governo liderado pelo seu secretário-geral, o Comité Central da FRETILIN exige que os bispos timorenses "desmobilizem os manifestantes" que há 12 dias se mantêm a 150 metros do Palácio do Governo, e que contestam a política governamental.

Ao mesmo tempo, a FRETILIN apela a todos os seus militantes e simpatizantes a que "mantenham a disciplina partidária e elevem a vigilância para salvaguardar a independência, integridade nacional, estabilidade, paz e democracia" e salienta que insta o governo a "manter-se sempre aberto ao diálogo" com a Igreja Católica.

A reunião extraordinária do Comité Central da FRETILIN realizou-se no dia em que se verificaram os primeiros incidentes na manifestação promovida pelos bispos timorenses para pressionarem o Parlamento Nacional e a FRETILIN a demitirem o primeiro-ministro Mari Alkatiri.

Estes incidentes foram marcados por ferimentos provocados pelos manifestantes a três cidadãos portugueses, um dos quais ao serviço das Nações Unidas, e que circulava em veículo identificado com as letras "UN" (United Nations).

A viatura das Nações Unidas conduzida por este cidadão português foi apedrejada, tendo o condutor sofrido ferimentos ligeiros e uma fractura do nariz.

Os restantes dois cidadãos portugueses, que não quiseram ser identificados, foram agredidos e mantidos algumas horas na residência do bispo de Díli, segundo a igreja para serem poupados à ira dos manifestantes, depois de a viatura em que seguiam ter entrado no local da manifestação e estacionado a poucos metros das imagens de Nossa Senhora.

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste, José Ramos-Horta, desvalorizou a versão dos dois cidadãos, segundo os quais os serviços de segurança da manifestação os terão submetido a um "julgamento popular".

Por sua vez os dois cidadãos portugueses, que alegam não terem encontrado a habitual barreira montada pela polícia timorense, julgando que a manifestação já teria terminado.

Escoriações, ferimentos ligeiros e um grande susto são o balanço deste incidente.


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