Exportações portuguesas para Angola cresceram cerca de 10% até Maio

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O vice-presidente da Associação Empresarial de Portugal (AEP) destacou hoje o crescimento de cerca de 10% das exportações nos primeiros cinco meses deste ano para Angola, comparativamente ao período homólogo, “um sinal evidente” da dinâmica das relações. Luís Ceia disse, em declarações à Lusa, que este é o 13.º ano consecutivo que a AEP participa da 40.ª edição da Feira Internacional de Angola (Filda), que começou hoje e decorrer até domingo, na província de Icolo e Bengo, com 15 empresas presentes das áreas de metalomecânica, produtos alimentares, construção, entre outras.…

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Economia angolana cresceu 4,4% em 2024

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O ministro de Estado para a Coordenação Económica angolano destacou hoje o crescimento de 4,4% da economia de Angola, em 2024, com contributos crescentes de sectores não petrolíferos, admitindo que há ainda desafios “exigentes” na diversificação da economia. José de Lima Massano discursava na abertura da 40.ª Feira Internacional de Angola (Filda), que decorre até domingo na província de Icolo e Bengo, e conta com 2.194 participações directas e indirectas e a presença de 18 países, entre os quais Portugal, com 15 empresas a exporem os seus produtos. Segundo o…

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Concentração do mercado e baixo consumo noticioso amplificam desinformação

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O presidente do Sindicato dos Jornalistas, Luís Simões, admitiu à Lusa que a elevada concentração do mercado mediático em Portugal e o baixo consumo noticioso são factores que contribuem para a amplificação da desinformação.  “O fenómeno da desinformação será muito idêntico em todos os países, centrando-nos na nossa realidade é algo um pouco mais grave. Somos um país pequeno, com pouca gente a consumir informação”, explicou o responsável em entrevista à Lusa. “Ao mesmo tempo que vamos perdendo órgãos de comunicação e assistindo a uma enorme e perigosa concentração, a…

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A língua portuguesa deve investir mais na inteligência artificial

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Conselheiro da União Internacional de Telecomunicações, UIT, Simão Campos acredita que a tecnologia deve beneficiar todos os países lusófonos e codificar muitas línguas locais ainda não escritas; ele lembrou que esse ramo da ciência ainda é dominado pelo inglês, mas a tendência é de expansão a outros idiomas. Por Mónica Grayley (*) A língua portuguesa deve investir mais na inteligência artificial generativa com  criadores e desenvolvedores que falam o idioma para utilizar dados no treinamento de sistemas e outros recursos da nova tecnologia em português. Actualmente, a grande maioria desses…

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