No final do passado mês de Outubro, no âmbito das apresentações do livro “Monumentos ao Emigrante – Uma Homenagem à História da Emigração Portuguesa”, nos Estados Unidos da América, o historiador da diáspora Daniel Bastos foi distinguido em Nova Iorque. A obra, concebida em parceria com o fotógrafo Luís Carvalhido, assente no levantamento dos Monumentos de Homenagem ao Emigrante, existentes em todos os distritos de Portugal continental, e regiões autónomas da Madeira e dos Açores, foi apresentada no dia 25 de Outubro, na Portuguese Heritage Society, em Mineola, no estado…
Ler Mais...Dia: 2 de Novembro, 2025
“É tempo de devolvermos o nome e o lugar que estes homens merecem”, afirma Miguel Anacoreta Correia
Miguel Anacoreta Correia, figura histórica da vida política portuguesa, protagonizou uma das intervenções mais marcantes do lançamento do livro A Primeira Travessia da África Austral, de José Bento Duarte, no Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa. Com a serenidade e clareza que lhe são conhecidas, começou por recordar a sua ligação directa a África, onde nasceu (Moçambique) e cresceu (Angola), reconhecendo-se “um homem de duas margens”. Essa vivência serviu de ponto de partida para uma reflexão sobre a omissão do contributo africano nas grandes narrativas históricas. “Livingstone elogiava os portugueses, mas…
Ler Mais...Estrangeiros a residir em Portugal quadruplicaram em sete anos
O número de cidadãos estrangeiros a residir em Portugal quadruplicou em sete anos, com cerca de 1,5 milhões registados no final de 2024, segundo dados da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA). De acordo com o Relatório de Migrações e Asilo 2024, no final de Dezembro de 2024 estavam registados 1.543.697 cidadãos estrangeiros a residir em território nacional, abaixo das estimativas feitas em Abril. Em comparação com o final de 2017, quando residiam em Portugal 421.802 cidadãos estrangeiros, o número quase quadruplicou. A esmagadora maioria (71%) tem título…
Ler Mais...Músico C4 Pedro defende que a independência mais importante é a cultural e espiritual
Perto de Angola completar 50 anos da independência, o artista C4 Pedro defende que a independência que mais importa é a cultural e a espiritual, não apenas a política, reflectindo sobre o significado da liberdade e da identidade. “Estamos a celebrar 50 anos de independência, mas de independência de quê? Política ou mais alguma”, questiona C4 Pedro em entrevista à agência Lusa, sublinhando que a sua “preocupação hoje é a independência cultural e tradicional”. Para o artista, o meio século de soberania, que se assinala em 11 de Novembro, deve…
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