Sobe para 93 número de portugueses e lusodescendentes mortos no sismo na Venezuela

Jojo

O número de cidadãos portugueses que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana subiu para 93, havendo 80 que tinham também a nacionalidade venezuelana, divulgou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros. Por faixa etária, 17 são crianças e 76 são adultos. Continuam desaparecidos 57 cidadãos portugueses. Os sismos registados na Venezuela em 24 de Junho causaram pelo menos 2.645 mortos e 12.666 feridos, segundo o mais recente balanço oficial. Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para…

Ler Mais...

Governo propõe criação do Dia dos Tubarões Azuis

Jojo

O primeiro-ministro cabo-verdiano propôs hoje a criação do Dia dos Tubarões Azuis, a 3 de Julho, para assinalar a prestação frente à campeã Argentina no Mundial de futebol, apesar da derrota por 3-2. “A nossa equipa representou a alma de um povo que nunca desiste, que acredita e que transforma as dificuldades em força. É por isso que defendo a criação do Dia dos Tubarões Azuis, uma data oficial para celebrar este exemplo de união, orgulho nacional e superação”, escreveu Francisco Carvalho nas redes sociais. O líder do Governo pretende…

Ler Mais...

O repovoamento e o exemplo de Vila de Rei

Jojo

“Quem não tem pão na sua terra vai procurá-lo longe “- Fernando Namora (Escritor e Médico). O chamado “baby boom” (explosão da natalidade) ocorreu em Portugal no início da década de cinquenta do século passado, principalmente no mundo rural. Relembra-se que aquele era um período subsequente à II Grande Guerra Mundial e que apesar de Portugal não ter participado nela, a crise económica e social também se fez sentir no nosso país, onde o racionamento e mesmo a fome foi uma realidade. Por Serafim Marques Economista Apesar de muitos nascimentos…

Ler Mais...

Militarização em curso em universidades alemãs

Jojo

Há cidades cuja geografia é marcada pelo rio, pela serra ou pelo mar. Kassel, no coração da Alemanha, também tem o rio Fulda, mas nela vê-se a marca da cinza. Quem percorre as suas ruas da cidade baixa, mesmo nas manhãs mais límpidas, sente um peso na terra um eco subterrâneo de 1943, quando 75% da cidade ruíram sob o fogo dos Aliados, pagando o preço de ser, já nessa altura, um bastião da indústria bélica. Hoje, as chaminés da Rheinmetall e da KNDS Deutschland não fumegam pólvora, mas exalam…

Ler Mais...