Brasil e Angola celebram acordo para acelerar desenvolvimento do agronegócio

Brasil investe no agronegócio em angola

O Brasil e Angola preparam-se para assinar, brevemente, um protocolo sobre o Programa de Investimento Produtivo Agropecuário, anunciou hoje, em Luanda, um membro do governo brasileiro, num encontro de empresários dos dois países. Secretário de Promoção Comercial, Ciência, Tecnologia, Inovação e Cultura do Ministério das Relações Exteriores brasileiro, Alex Giacomelli, que participou no Encontro Empresarial Angola-Brasil 2026, destacou que Angola dispõe de mais de 30 milhões de hectares de terras aráveis e será brevemente assinada a proposta de Programa de Investimento Produtivo Agropecuário Brasil-Angola. Angola e o Brasil pretendem reforçar…

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CPLP aprova estatuto de observador consultivo a 14 entidades

CPLP aprova estatuto de observador

O Conselho de Ministros da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) aprovou, durante a XXXI Reunião Ordinária, ocorrida em Timor-Leste, a concessão de observador consultivo a 14 entidades dos Estados-Membros, anunciou hoje a organização. uma nota de Imprensa, a CPLP afirma que, “entre as novas entidades com estatuto de observador consultivo encontram-se organizações de Angola, Brasil, Moçambique, Portugal e Timor-Leste, abrangendo áreas como educação, ambiente, saúde, desporto, comércio exterior, desenvolvimento socioambiental, empreendedorismo e participação associativa”. Concretamente, passam a ter o estatuto “a Associação Internacional das Comunidades Luso-Asiáticas (APCA), de…

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ONU alerta que 1,5 milhões de pessoas ficarão sem ajuda humanitária no Sudão

Ajuda humanitária sudão

A ONU alertou hoje que as reservas alimentares para o Sudão esgotam-se em Outubro e a ajuda económica será suspensa em Setembro, caso não receba financiamento imediato, o que deixará 1,5 milhões de pessoas sem apoios. egundo o último relatório do Programa Alimentar Mundial (PAM), a organização necessita urgentemente de 288 milhões de dólares (cerca de 245 milhões de euros) para manter os seus níveis mínimos de assistência durante os próximos seis meses, sem ser obrigada a reduzir as rações nem a excluir beneficiários. No entanto, para operar na escala…

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