A ministra da Justiça, questionada pelos jornalistas sobre os casos em que está envolvido o ministro da Administração Interna.
Ler Mais...Autor: Editor
A CPLP Perante a Nova Ordem Internacional
Entre a Afinidade Linguística e a Relevância Geopolítica por: Adalberto Malú* Resumo A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), criada em 1996, representa uma das experiências mais singulares de cooperação internacional baseada numa identidade linguística e histórica comum. Reunindo nove Estados distribuídos por quatro continentes, a organização possui características geográficas, económicas e estratégicas que lhe conferem potencial para assumir um papel mais relevante na ordem internacional emergente. Contudo, num sistema internacional marcado pelo regresso da competição entre grandes potências, pela crescente importância dos recursos estratégicos, pela instabilidade regional e…
Ler Mais...24 Anos de Paz e o Caminho do Reencontro (2002–2026)
Introdução: o renascer no Luena O dia 4 de Abril de 2002 não foi apenas uma data no calendário civil da República de Angola; foi, pode-se dizer, o marco zero da modernidade Angolana. por: Eugénio da Costa Almeida* Quando os generais das Forças Armadas Angolanas (General Armando da Cruz Neto (1949-), à época Chefe do Estado-Maior General das FAA) e da UNITA (General Abreu Muengo Ukwachitembo “Kamorteiro” (1959-2022), na altura Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas de Libertação de Angola – FALA) assinaram o «Memorando de Entendimento Complementar ao…
Ler Mais...O PERFECIONISMO CRIADOR DE ANGÚSTIA E INSATISFAÇÃO
Um Exame de Consciência para Elites-Governantes e Povo. A sociedade ocidental, doente do progresso, trocou a alma pela máquina, a virtude pelo algoritmo, e a transcendência pelo like. Por António da Cunha Duarte Justo O resultado à vista é uma epidemia de vazios e cada vez mais doenças na sociedade ocidental de maneira a poder-se falar de um sistema que adoece o corpo e a mente dos cidadãos… A tradição clássica e cristã entendia a perfeição como uma harmonia entre corpo e alma, uma busca ética que elevava o indivíduo…
Ler Mais...50 Anos de Independências Africanas Vistos pelos seus Cidadãos
Só Fizeram Falta Os Que Disseram “SIM” 2025. 50 anos das independências dos cinco Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) – Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe; ainda que, na realidade, a Guiné-Bissau tenha comemorado 52 anos, mas como Portugal só reconheceu a sua independência mais de um ano depois. Meio século depois da conquista da soberania, esperava-se que a efeméride fosse não apenas motivo de celebração, mas também de reflexão séria e plural sobre os caminhos percorridos e os desafios ainda presentes. Contudo, a…
Ler Mais...Se eu mandasse acabava com as redes sociais pura e simplesmente
Miguel Sousa Tavares, TVI 5ªa Coluna, 28 de Agosto de 2025
Ler Mais...Portugal foi o último país a abolir a Inquisição e, portanto, vamos seguramente ser o último a abolir as redes sociais, que hoje são uma forma de inquisição
Rui Moreira, Presidente da Câmara Municipal do Porto
Ler Mais...Brasil: O Gigante que a Lusofonia Não Pode Ignorar
O Brasil é demasiado grande para se esconder. E demasiado importante para continuar a dormir. A CPLP precisa de um Brasil com ambição. E o mundo precisa de um Brasil com rumo. Quando se fala em Lusofonia, é impossível ignorar a presença colossal do Brasil. Com uma população que supera em muito a dos demais países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), o Brasil detém não apenas um vasto potencial demográfico, mas também económico, cultural e político. Contudo, apesar dessa magnitude inerente, o país tem, por vezes,…
Ler Mais...Debaixo da ponte já está cheio
Frase lapidar de uma desalojada do Bairro do Talude Militar em Loures
Ler Mais...Dia de Portugal – Um Canto Renascido
10 de Junho de 1580 – Luís de Camões parte, levando consigo o último suspiro de um Portugal dourado. De celebração em celebração, embrulhamos a alma da pátria em folhas de jornal, como sardinhas de feira popular. Queimamos incenso sobre o corpo ainda quente da nação, enquanto ela, entre golfadas de fumo e discursos vazios, agoniza em festa. Camões, o trovador do destino lusitano, cantou-nos quando éramos aurora. Nas páginas d’Os Lusíadas, o sangue dos heróis ainda corre, mas secou nas veias dos que nos têm governado. O sol da…
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