A fundação Assistência Médica Internacional (AMI) mantém missões na Guiné-Bissau e em Timor-Leste e, de forma global, além da saúde, tem apoiado causas humanitárias relacionadas à educação, alimentação e proteção das crianças, disse à Lusa Fernando Nobre. O primeiro projecto internacional da AMI, em 1986, ocorreu na Guiné-Bissau, sendo esta a missão “mais antiga da organização”, contextualizou o fundador da entidade, Fernando Nobre. O médico explicou que a AMI já desenvolveu, em 40 anos, projectos em 82 países, “com um investimento total de 46 milhões de euros em missões internacionais…
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Moçambique com mais 48.000 casos de tuberculose em seis meses
Moçambique registou 48.000 casos de tuberculose no primeiro semestre deste ano, anunciaram hoje as autoridades de saúde, apontando a falta de financiamento como uma das causas do aumento dos casos da doença no país. “Moçambique continua a enfrentar uma elevada carga desta doença, muitas vezes associada ao VIH, afectando gravemente, principalmente, as populações mais vulneráveis”, disse o secretário permanente do Ministério da Saúde (Misau), Ivan Manhiça, em Maputo. O representante, que falava durante o evento conjunto do 4.º Simpósio em Saúde Global e 1.º Fórum da Iniciativa contra a Tuberculose,…
Ler Mais...4,3 milhões de moçambicanos necessitam de assistência urgente
Cerca de 4,3 milhões de pessoas vão precisar de assistência humanitária urgente e protecção este ano em Moçambique, indica o Grupo de Segurança Alimentar das Nações Unidas, que alerta para o défice no financiamento. De acordo com o relatório do Grupo de Segurança Alimentar, criado em 2011 e liderado conjuntamente pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e pelo Programa Alimentar Mundial (PAM), a crise humanitária é resultado dos ataques terroristas no norte de Moçambique, com cerca de 763.324 afectados, e os eventos climáticos extremos como…
Ler Mais...Angola vai deixar de enviar doentes para Portugal até final do ano
O Ministério da Saúde de Angola determinou num despacho a suspensão do envio de doentes e acompanhantes para serem tratados em Portugal e o encerramento, dentro de seis meses, deste serviço. De acordo com o despacho, do dia 9 de Junho, assinado pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, o Estado angolano fez investimentos para o tratamento diferenciado e alta complexidade no país, com parcerias estratégicas com instituições de referência mundial, reforçando a capacidade de diagnóstico e terapêutica para a reversão da junta. “Neste sentido, estão em curso a criação de…
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