O Gabinete de Informação Financeira de Moçambique (GIFiM) reconheceu fortes indícios de utilização de agências de viagens para branqueamento, exportação ilícita de capitais e fraude fiscal, após detetar 805,5 milhões de euros movimentados em três anos. Num Relatório de Análise Estratégica, a que a Lusa teve hoje acesso, o GIFiM escreve que empresas do setor de agenciamento de viagens e turismo receberam e movimentaram elevadas quantias, sobretudo em numerário, transferidas depois para contas bancárias em Moçambique tituladas por uma “organização internacional”, a partir das quais os fundos eram encaminhados para…
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