O mandato presidencial de cinco anos de Umaro Sissoco Embaló, enquanto chefe de Estado guineense, termina esta quinta-feira no meio de uma polémica de interpretações de competências constitucionais que a oposição defende que ficaram reduzidas. A oposição tem defendido que, a partir 4 de Setembro, Umaro Sissoco Embaló já não terá poderes para assinar decretos presidenciais, com alguns sectores a reclamar mesmo o seu abandono do Palácio da República. Num discurso no dia 11 de Agosto, quando conferiu posse a Braima Camará como novo primeiro-ministro de um Governo de iniciativa…
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