Um “influencer” não é um jornalista

Jojo

«O Sindicato dos Jornalistas de Portugal não tem qualquer pretensão de impedir ou obstaculizar a FIFA de promover e capitalizar o negócio do futebol como entender. Mas exigimos as condições de trabalho necessárias à cobertura de eventos futebolísticos, como é o caso Campeonato do Mundo, a decorrer atualmente na América do Norte. Os jornalistas têm de dispor de espaços de trabalho condignos, com os meios necessários para o exercício da profissão. Isto implica não haver (como se vem repetindo após os jogos de Portugal) um direto com perguntas jornalísticas interrompido…

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Moçambique entrega primeiras 19 licenças digitais para reforçar segurança cibernética

Jojo

O Governo moçambicano entregou hoje as primeiras 19 licenças a operadores digitais, de um total de 170 empresas em processo de análise, medida que visa reforçar a segurança cibernética e a regulação do ecossistema tecnológico no país. “A transformação digital é um dos principais motores do crescimento económico, da inovação e da inclusão social. Contudo, o seu sucesso depende da existência de um quadro jurídico e institucional capaz de garantir a proteção dos cidadãos, a credibilidade dos serviços digitais e a responsabilização dos seus intervenientes”, disse a secretária permanente do…

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Informar e informar ou informar e formatar?

Jojo

O serviço público de media é fundamental na promoção da literacia mediática, com destaque para a RTP, estruturante na capacitação dos cidadãos para o uso crítico, informado e responsável dos media, conclui o segundo Relatório Nacional (de Portugal) sobre Literacia Mediática. Segundo o relatório, apresentado hoje pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) de Portugal e elaborado ao abrigo da Directiva dos Serviços de Comunicação Social Audiovisual e remetido à Comissão Europeia, a Rádio e Televisão de Portugal (RTP) beneficiou de um reforço das suas responsabilidades em literacia mediática,…

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Concentração do mercado e baixo consumo noticioso amplificam desinformação

Jojo

O presidente do Sindicato dos Jornalistas, Luís Simões, admitiu à Lusa que a elevada concentração do mercado mediático em Portugal e o baixo consumo noticioso são factores que contribuem para a amplificação da desinformação.  “O fenómeno da desinformação será muito idêntico em todos os países, centrando-nos na nossa realidade é algo um pouco mais grave. Somos um país pequeno, com pouca gente a consumir informação”, explicou o responsável em entrevista à Lusa. “Ao mesmo tempo que vamos perdendo órgãos de comunicação e assistindo a uma enorme e perigosa concentração, a…

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Rádios comunitárias chegam onde falha tudo na Guiné-Bissau

Jojo

Uma rede de rádios comunitárias na Guiné-Bissau mantém as comunidades locais ligadas e informadas, mesmo onde não há electricidade, rede móvel ou correios nas zonas mais recônditas do país africano. Das campanhas de vacinação a questões da escola ou “desgostos” (óbitos), é através das 34 rádios espalhadas por toda a Guiné-Bissau, seis das quais nas ilhas Bijagós, que as comunidades se informam e se ligam ao mundo. Um modelo pioneiro nos países africanos de língua oficial portuguesa, sublinhou à Lusa Mamudu Danso, director de programação da Voz do Quelelé, a…

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