O antigo primeiro-ministro angolano, Marcolino Moco, considerou um paradoxo a luta pela independência para pôr fim aos “horrores da PIDE” e à má distribuição da riqueza, quando hoje faz-se “pior”, sem se abordar a situação. Numa análise sobre os 50 anos de (in)dependência que Angola completa na próxima terça-feira, Marcolino Moco destacou que decorrem um conjunto “de festividades com euforia”, perdendo-se “uma grande oportunidade” de fazer disso uma jornada de reflexão “por tantos problemas” que os angolanos têm vivido desde a independência até hoje. “Para dizer que é um paradoxo,…
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