Dezenas de advogados moçambicanos rumaram hoje ao local do homicídio de Elvino Dias, o “advogado do povo”, onde morreu também Paulo Guambe, apoiantes de então candidato presidencial Venâncio Mondlane, pedindo justiça e contestando a “bipolarização” da sociedade. “Há uma morosidade processual inaceitável”, afirmou o bastonário da Ordem dos Advogados de Moçambique (OAM), Carlos Martins, ao depositar uma coroa de flores no local do duplo homicídio, na avenida Joaquim Chissano, centro de Maputo, ocorrido na noite de 18 para 19 de Outubro de 2024, poucos dias após as eleições gerais, crime…
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