O antigo Presidente moçambicano Armando Guebuza disse hoje que África vive um “drama humano” resultante da instrumentalização da migração devido à falta de emprego, apontando que falta confiança nos Estados africanos para se transformarem em potências económicas. “Hoje, a região vive um verdadeiro drama humano, é resultado da instrumentalização, da crescente onda migratória decorrente de fatores diversos como a empregabilidade, a segurança alimentar e outros”, disse o antigo chefe do Estado moçambicano na abertura da 25.ª conferência anual da Associação dos Advogados da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC-LA,…
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Moçambique pede “basta” de justiça pelas “próprias mãos”
O Governo moçambicano pediu hoje um “basta” aos casos de “justiça pelas próprias mãos”, após o linchamento de um agente da polícia na sequência da morte a tiro de uma criança em Maputo. “Nós queremos apelar a um comportamento mais humano, de uma cidadania mais responsável. Temos de (…) procurar perceber as razões e evitar, efectivamente, agressões, porque já basta de problemas”, disse Inocêncio Impissa, porta-voz do Governo moçambicano, durante uma conferência de imprensa, em Maputo. Quatro agentes da polícia moçambicana alegadamente mataram, na segunda-feira, a tiro, uma criança de…
Ler Mais...Activistas são-tomenses manifestam-se em Lisboa contra 50 anos de má governação
Dezenas de activistas são-tomenses manifestaram-se hoje em Lisboa para demonstrar o seu descontentamento com o que consideram ser a “má governação” de São Tomé e Príncipe, que celebra hoje 50 anos de independência. Para Quenilson Mendes Marques, organizador da manifestação, São Tomé e Príncipe “continua a ser um país 100% dependente” do exterior e essa situação demonstra a “incompetência” e o “falhanço” dos governos que se sucedem na gestão do país. “Se nós formos ver aquilo que é a independência, São Tomé e Príncipe não é independente. São Tomé e…
Ler Mais...Aumento do preço dos táxis em «asfixia famílias» e pode gerar convulsão social
Analistas políticos consideraram hoje a subida do preço do táxi em Angola “uma asfixia total na vida das famílias, já em indigência social”, considerando que a medida reflecte “insensibilidade” do Governo angolano e pode causar convulsões. Segundo o analista Albino Pakisi, a subida do preço do combustível em Angola “é dilema” que o Governo enfrenta, face às orientações do Banco Mundial (BM) e do Fundo Monetário Internacional (FMI), para poder poupar 400 mil milhões de kwanzas (373 milhões de euros), gastos anualmente em subsídios. “Mas, a verdade é que o…
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