O Governo moçambicano disse hoje que a continuação das forças ruandesas no combate ao terrorismo em Cabo Delgado permite ganhar tempo para capacitar e preparar as forças nacionais para, de forma independente, garantirem a segurança das populações e bens. “Não sei dos custos, não sei de quanto isso significa, até quanto tempo ficarão, mas os acordos estritamente hão de clarificar nos próximos tempos sobre esta matéria, mas ao termos este reforço isto permite continuarmos a capacitar o nosso país”, disse o porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa, ao ser questionado pelos…
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Militares moçambicanos intensificam combate a terroristas em Macomia
As Forças de Defesa e Segurança moçambicanas estão a intensificar combates nas matas de Macomia, província de Cabo Delgado, tentando perseguir supostos terroristas que circulam na região, disse hoje à Lusa fonte oficial. Segundo a fonte, ligada às operações militares no terreno, estas incluem bombardeamento aéreo, perseguição e reconhecimento dos movimentos dos rebeldes nos postos administrativos de Quiterajo e Mucojo, a 70 e 40 quilómetros da vila sede de Macomia, respectivamente, onde a ação decorre há quase dez dias. “Desde o dia 7 de Setembro, as zonas de Quiterajo e…
Ler Mais...Mais de 77% dos deslocados de Cabo Delgado com problemas psicológicos
As Nações Unidas alertam que mais de 77% dos deslocados internos na província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, enfrentam problemas psicológico devido ao conflito armado e eventos climáticos. “Mais de 77% dos deslocados internos estão em sofrimento psicológico devido a múltiplas deslocações”, quer devido aos ataques terroristas, quer pelos efeitos do ciclone Chido, lê-se num relatório do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA, na sigla em inglês), a que a Lusa teve hoje acesso. De acordo com o OCHA, apenas um quinto dos deslocados…
Ler Mais...Luanda comunicou a Moscovo detenção de russos por associação criminosa e terrorismo
As autoridades angolanas comunicaram ao Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia a detenção de dois russos em Luanda, adiantou hoje o Serviço de Investigação Criminal (SIC). A informação foi dada numa conferência de imprensa na qual o SIC apresentou dois russos e dois angolanos, presos preventivamente, suspeitos dos crimes de associação criminosa, falsificação de documentos, terrorismo e financiamento ao terrorismo. De acordo com uma nota do SIC, o juiz de garantias decidiu restituir a liberdade a um terceiro angolano, mas mediante termo de identidade e residência, depois de ter sido…
Ler Mais...UE junta Angola e outros nove países à lista de alto risco da criminalidade financeira
A Comissão Europeia anunciou hoje ter actualizado a lista da União Europeia (UE) referente a países de alto risco para reforçar a luta internacional contra a criminalidade financeira, passando a incluir Angola e outros nove jurisdições. “A Comissão Europeia actualizou a sua lista de jurisdições de alto risco que apresentam deficiências estratégicas nos seus regimes nacionais de combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento do terrorismo”, que serve para que as entidades da UE apliquem “vigilância reforçada nas transacções que envolvam estes países”, anuncia a instituição em comunicado de…
Ler Mais...ONU alerta para queda no apoio humanitária no norte de Moçambique
As Nações Unidas alertaram para “grandes contratempos” que a ajuda humanitária em Moçambique enfrenta perante a queda de 17% da assistência às populações afectadas pelos ataques armados no norte do país, face ao mesmo período de 2024. “A operação humanitária em Moçambique enfrenta grandes contratempos. Até o final de Abril de 2025, apenas 664.000 pessoas – cerca de 61% da população-alvo em Cabo Delgado – haviam recebido alguma forma de assistência, representando uma queda de 17% em relação às 802.000 pessoas alcançadas no mesmo período em 2024”, lê-se num relatório…
Ler Mais...Moçambique diz que cumpriu todos os indicadores para tirar o país da “lista cinzenta”
As autoridades moçambicanas anunciaram hoje que já cumpriram todos os indicadores que levaram em Outubro de 2022 à sua inclusão na “lista cinzenta” de jurisdições financeiras do Grupo de Acção Financeira Internacional (GAFI). “Estamos à espera dos procedimentos para sair da lista cinzenta e voltarmos à situação normal em que sempre vivemos, em que as nossas instituições financeiras, o nosso sentido reputacional, o sentido dos investidores estrangeiros para com o nacional, tudo volta, (…) em que nos olham sem sermos branqueadores de capitais”, disse o coordenador nacional para a remoção…
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